Pular para o conteúdo principal

Alerta: doação de sangue só pode ser feita quatro semanas após vacina da febre amarela

Hemorio convoca população a doar sangue antes de se vacinar


Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

O Hemorio, unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES), alerta que é preciso esperar quatro semanas para doar sangue após a aplicação da vacina contra a febre amarela. Diante desse prazo, o hemocentro convoca a população a doar sangue antes de se vacinar. A medida é necessária para que o abastecimento de sangue no estado do Rio não seja prejudicado.

"Essas quatro semanas são necessárias para que o organismo crie anticorpos contra o vírus da febre amarela. Antes desse período, o sangue não é seguro para ser transfundido. Por isso, é de extrema importância que as pessoas doem sangue antes de serem vacinadas", explica o diretor geral do Hemorio, Luiz Amorim.

O Hemorio tem capacidade para receber até 400 doadores por dia e abastece as emergências dos grandes hospitais da capital do estado, maternidades e outras unidades de saúde. O hemocentro também envia sangue, quando necessário, para outras cidades. Com a vacinação já iniciada em 25 municípios, a capital deve suprir as necessidades desses locais, que ficarão impedidos de captar sangue em grande quantidade por algumas semanas.

Informações ao doador: Quem tomou a vacina contra a febre amarela há mais de quatro semanas pode doar sangue normalmente. Quem teve a doença também, desde que esteja curado há mais de um ano.

Para doar sangue: É preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais (o modelo da autorização pode ser adquirido no site do Hemorio. Não é necessário estar em jejum, apenas deve-se evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes. 

Hemorio: A unidade funciona todos os dias, das 7h às 18h, incluindo sábados, domingos e feriados, na Rua Frei Caneca, n° 8, no centro do Rio.

Disque Sangue: Para mais informações, o voluntário deve ligar para o Disque Sangue (0800 282 0708), que esclarece dúvidas e informa o endereço das outras 25 unidades de coleta distribuídas pelo estado.


Postagens mais visitadas deste blog

RJ: Reame busca padrinhos afetivos para jovens preteridos da adoção

Instituição garante que referência familiar para convívio e autonomia social é algo fundamental e transformador

Situado em São Gonçalo e parceiro da nacionalmente reconhecida ONG Quintal de Ana, o Reame procura por padrinhos afetivos (presenciais, para aconselhamento e tutoria) a menores órfãos ou privados pela Justiça do convívio com a própria família. Ao alcance da maioria dos filantropos e dos bem intencionados, o programa propõe aos padrinhos doar tutoria e afeto a uma criança ou adolescente com menor probabilidade de adoção (acima de oito anos de idade) ou mesmo de reinserção em sua família verdadeira - dando-lhe, assim, referência familiar e autonomia social. Mais do que apoio financeiro, buscam-se altruístas que doem  presença e carinho.
"Quanto mais velho menor a procura por adoção. E se a reinserção familiar não é possível, o apadrinhamento afetivo torna-se o elo do tutelado com a sociedade. Trabalhamos na criança sua expectativa e ansiedade quanto a ter uma família, ir…

Norton: 5 dicas para que as crianças joguem Pokémon Go em segurança

Jogo é febre mundial e foi lançado ontem no País, conheça os perigos reais aos pequenos

Pokémon Go foi lançado no Brasil após muita espera de seus fãs, pessoas de todas as idades que estavam ansiosas para capturar seus próprios “monstrinhos de bolso”. O jogo utiliza a realidade aumentada e a localização geográfica (GPS) para transportar a pessoa para o universo do desenho, usando o mundo real. O objetivo do jogador é caminhar para encontrar os Pokémons e outros itens. Apesar de muito divertido, o jogo oferece perigos virtuais e reais, principalmente para as crianças. 
Veja abaixo 5 dicas que o engenheiro de segurança da Norton, Nelson Barbosa, listou para os pais orientarem seus filhos:
1. Cuidado com estranhos. O jogo envolve interação com outros jogadores na vida real, em áreas chamadas de ginásios e Pokéstops. Neste locais ocorrem as batalhas entre Pokémons e a compra dos itens, respectivamente. Os criminosos podem se aproveitar disso para roubar as vítimas. Por isto, caso não possa…

Coluna Inclusiva: Nanismo dentre as Leis de conscientização e ação

Por Gisele Rocha*


A comunidade da pessoa com nanismo no Rio de Janeiro, teve um encontro de gratidão. A presidente da Associação de Nanismo do Estado, Kenia Maria Rio se encontrou com a Deputada Daniele Guerreiro, em seu gabinete, que elaborou o Projeto de Lei, que institui o Dia Estadual do Nanismo. Em meio às emoções, a presidente agradeceu pela sensibilidade e dedicação da parlamentar, ao instituir a lei.
No Brasil são cerca de 400 tipos de nanismo e não existem planos de ação para combater o preconceito, nem para dar mais qualidade de vida a essas pessoas. Com o decreto 5.296, o nanismo é considerado deficiência no país, desde 2004, e considerados “anão ou anã” o individuo com até 1,45 metros.
A garantia dos direitos da pessoa com nanismo está assegurada por lei, mas quanto à conscientização de fato, já é outra história, na prática não funciona. As leis que estão sendo sancionadas pelo Brasil a fora serve para o combate ao preconceito, ao bullyng nas escolas, a ridicularização na …