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Malhando o cérebro para uma mente mais saudável: exercícios, de origem oriental milenar, podem até retardar o Alzheimer

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O que estudantes, concurseiros, idosos, empreendedores e líderes de equipe - com perfis tão diferentes - têm em comum? A resposta é: a necessidade de manter potentes a memória, o foco e a concentração. Além destes, é cada vez maior o número de pessoas se preocupando com a longevidade mental, seja para fins tanto de rendimento profissional quanto de redução da probabilidade de Mal de Alzheimer. 

E os orientais são mestres em exercícios cerebrais: criaram, entre outros, o sudoku, o tangram, o hashi, o kakuro, o hitori, o strimko. Estes jogos, junto com o ábaco (calculadora artesanal milenar), desafiam a mente com atividades de cálculo ou raciocínio lógico. Além de benefícios como paciência, determinação, criatividade, disciplina, agilidade e coordenação motora, essas atividades são ainda capazes de promover autoconfiança e autoestima. 

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A ginástica para o cérebro já é uma realidade nas grandes metrópoles mundiais, desenvolvida na década de 1960 por Paul Dennison, PhD em Educação pela Universidade da Califórnia. Em 40 anos de pesquisas, junto com uma equipe composta por médicos, neurologistas, psicólogos e professores, ele desenvolveu exercícios que estimulavam a mente. O objetivo da técnica era ativar os dois lados do cérebro ao mesmo tempo, o direito (criativo) e o esquerdo (lógico), aumentando sua área de utilização​. Seu projeto original também aderia princípios filosóficos e técnicos do tai chi chuan, da acupuntura e da ioga.

No Brasil a rede Supera é a primeira instituição educacional privada no Brasil especializada em ginástica para o cérebro, com 200 unidades espalhadas pelo país desde 2006. Foi também a primeira empresa brasileira a receber o selo de qualidade "Amiga Do Idoso" da Associação Brasileira de Gerontologia, o qual certifica que a instituição atende a protocolos internacionais de serviços à terceira idade. 

"Nosso método de estimulação cognitiva é desenvolvido com a colaboração de pesquisadores brasileiros e estrangeiros que atuam nos campos da neurociência, psicologia e educação, utilizando ferramentas pedagógicas envolventes em aulas dinâmicas e contagiantes", conta a professora e coordenadora Monica Borges.


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