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Jogos educativos e supervisão de um adulto ajudam a evitar assédio contra crianças na web


Divulgação
A notícia sobre o “jogo” Baleia Azul, que incita crianças e adolescentes a cometerem o suicídio após “cumprirem” 50 etapas, voltou a assombrar a todos, especialmente pais de crianças que têm acesso a internet. Acreditar que frear o acesso dos pequenos a internet é uma ilusão, mas é preciso, sim, delimitar o conteúdo que podem visualizar. 

Eliandro Maurat, idealizador do Clubinho Salva Vidas, uma plataforma de jogos digitais educativos, lembra que, embora se ache muitos sites direcionados para crianças, um grande número desses tem associação a jogos com armas, competições e histórias de fundo muitas vezes inapropriadas para quem ainda não tem a personalidade formada. “É preciso afastar o máximo possível as crianças de conteúdo violento, mesmo quando parecem jogos inocentes. Jogos que desafiam o tempo todo são legais, mas depois que nos tornamos adultos e temos maturidade para diferenciar o real do imaginário”, comenta.

Os jogos do Clubinho Salva Vidas, têm sempre uma imagem lúdica, que faz a criança saber que aquele ambiente não é real. E também faz os pequenos pensarem em como agir em várias situações “Jogos não precisam ter violência. A criança não precisa ser desafiada, se colocando em risco. Quando a gente faz um jogo onde o objetivo é salvar um animal, ou conter um vazamento de água, estamos entretendo, mas também ensinando a praticar o bem, enchendo a cabecinha deles de informações que farão a diferença em suas vidas e de todos no futuro. Porém, ao deixar os filhos diante de qualquer conteúdo que não seja muito bem analisado, e que pode parecer inofensivo, podemos estar aguçando a imaginação de forma errada, com temas graves, que não devem fazer parte do cotidiano deles por enquanto.”, avalia.


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