sábado, 23 de maio de 2020

Ambev disponibiliza treinamentos gratuitos para ONGs em meio à crise de COVID-19

Aulas podem ser acessadas por qualquer organização do País

Material é o mesmo utilizado pelas ONGs que fazem parte do programa VOA. Foto: Reprodução da internet

Por conta dos impactos socioeconômicos causados pela pandemia de COVID-19 no Brasil, a Ambev decidiu ajudar o terceiro setor de todo o País oferecendo cursos online e gratuitos com foco em gestão. Qualquer organização, de qualquer segmento, pode ter acesso ao material através da plataforma do VOA, programa da Ambev de compartilhamento de conhecimento em gestão com organizações sociais.

O conteúdo é o mesmo utilizado pelas ONGs que já participam do VOA. No total, são nove aulas sobre gestão, com vídeoaulas e apostilas. A iniciativa tem como objetivo compartilhar os métodos e processos utilizados pela própria Ambev para ajudar as organizações a melhorarem seus processos, orçamentos e alcance de seu impacto na sociedade, especialmente, nesse período de crise.

O Instituto Mandaver é uma das ONGs mentoradas pela Ambev que já fez o uso do material. A organização, que atua numa comunidade de 60 mil pessoas na cidade de Maceió (AL), promove iniciativas de cultura, esporte, qualificação profissional e geração de renda. Carlos Jorge da Silva Santos, fundador e coordenador da entidade, conta que desde o início da pandemia aumentou o número de atendimentos com a distribuição de cestas básicas, kits de higiene e limpeza e cartilha de recomendações contra a doença. “Essa crise veio e só confirmou a consolidação de um projeto bem feito. Com essas aulas do VOA, conseguimos nos profissionalizar, aprender a se planejar melhor e racionalizar nossos processos. É um material rico que dá para usar em qualquer negócio”, completa.

Para acessar as aulas, basta acessar este link e realizar um cadastro informando o CNPJ ou CPF. As organizações que tiverem interesse em fazer parte do programa VOA de 2021 deverão realizar as inscrições ainda este ano, previstas para o último trimestre. As selecionadas, além de terem acesso às aulas sobre gestão, também recebem mentorias de gerentes da Ambev.

Sobre o VOA: O VOA é o programa de mentoria voluntária em gestão da Cervejaria Ambev para ONGs. Por meio dele, funcionários da companhia doam tempo e conhecimentos para auxiliarem organizações do terceiro setor a aplicarem técnicas de gerenciamento em suas atividades. O objetivo é auxiliar essas organizações a se estruturarem melhor e, assim, ampliarem seu impacto positivo na sociedade. Por meio do VOA, a Cervejaria capacita as ONGs e, ainda, incentiva o voluntariado entre seus colaboradores. Todas as aulas do programa são ministradas por funcionários que compartilham conceitos como gestão de orçamento, planejamento estratégico, captação de recursos, estabelecimento de metas e indicadores, entre outros. Em 2018, primeiro ano da iniciativa, 185 ONGs foram beneficiadas em todo o Brasil e receberam consultoria personalizada. Foram quase 200 voluntários que, juntos, dedicaram 12 mil horas para ajudar essas organizações a impactarem ao menos 2 milhões de pessoas.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Mãe e filha que são sócias há 19 anos dão dicas para quem deseja empreender na quarentena

Dóris e Monique Abrantes, empresárias da D.A. Gastronomia falam sobre empreendedorismo. Foto: Divulgação
Inspiração de mãe para filha, soma e crescimento de filha para mãe. Não importa a ordem como possam acontecer as coisas, mas, Dóris e Monique Abrantes, mãe e filha, buscaram inspiração e força mútua em seus negócios e somam uma a outra. Em tempos de quarentena onde muitos estão juntos de seus familiares repensando a vida, que tal conhecer a história desta dupla e se inspirar em oportunidades, que podem estar diante dos seus olhos.do a vida, que tal conhecer a história desta dupla e se inspirar em oportunidades, que podem estar diante dos seus olhos.

Imagine ter a sorte de poder empreender junto de alguém que amamos? Nossa mãe. Esse é o caso de Monique, que cresceu vendo a mãe, Dóris, uma mulher de fibra e guerreira, investir dinheiro e energia nos negócios. Sua admiração pela dedicação da mãe se transformou em vontade de seguir seu exemplo. E, porque não trabalharmos juntas?

“Minha mãe começou a trabalhar com eventos quando se aposentou, era professora de história, mas sempre foi expert em organizar as festas da família. Comecei com ela ainda quando era adolescente, quando ela abriu a D.A. Gastronomia. Fui fazer faculdade e me formei em jornalismo. Comecei a trabalhar na área, mas trabalhava nas festas nos finais de semana. Resolvi fazer MBA em Marketing Empresarial, o que foi muito útil para o negócio. Quando minha filha nasceu, decidi deixar o meu emprego fixo para dedicar mais tempo para ela e, também, unir forças com minha mãe para profissionalizar o negócio da família”. 

E quem acha que misturar trabalho com relação familiar de mãe e filha pode dar errado, engana-se. Segundo Dóris, a intimidade e parceria cultivadas ao longo dos anos só acrescentam na qualidade do trabalho. A empresa, ainda conta com o reforço de outro membro da família e também sócio, o segundo filho de Dóris, Arthur, no setor financeiro.

“Acredito que o amor de mãe é o mesmo amor que temos pelo negócio. No começo até tivemos um choque de gerações e, às vezes, discordamos em alguns pontos. Mas, na verdade, isso é muito saudável, pois assim conseguimos equilibrar experiência com inovação. Respeitamos os pontos fortes de cada personalidade. Acho que por isso que dá tudo tão certo”.

Monique, avalia toda a experiência acumulada ao longo dos anos, e sabedoria e jogo de cintura adquiridos na relação das duas. A profissional de marketing, quando faz um balanço, se alegra da decisão que tomou por somar ao negócio de sua mãe. E, para quem está pensando em se aventurar no empreendedorismo, abrindo algum negócio junto de sua mãe, ou algum outro componente da família, ela dá algumas dicas para quem está pensando em unir forças com a família e dá algumas dicas:

1 – Saiba ouvir: Dica de ouro em qualquer relação. É preciso sempre ouvir as pessoas, para então entende-las;

2 – Entre no universo do outro: Às vezes, no relacionamento não só entre pai/mãe e filhos, como na sociedade em si, tendemos a querer ter nossas razões e somos inflexíveis. É preciso compreender o outro lado e então, ponderar qual seja a situação. Nem sempre temos razão;

3 – Aprenda a partilhar: minha mãe, é dessas bem mãezona, cuida de todos com carinho. Mas, tanto ela como eu, aprendemos que não podemos ter o controle de tudo, e com isso crescemos;

4 – Divida as tarefas: muitos filhos, quando na criação são bastante mimados, acabam deixando tudo na mão dos pais e não querendo assumir responsabilidades. Se deseja optar por um trabalho em família, aprenda a assumir a sua parte;

 5 – Separem os papeis: é muito importante, quando se tem um negócio familiar, ainda mais neste momento em que muitos estão trabalhando em casa, saber conciliar o tempo e o relacionamento. Quando se está trabalhando, está trabalhando, mas, é fundamental ter a relação de amor, e manter os momentos em família, sem falar de trabalho, para manter uma vida saudável.  “Tem pessoas que são extremistas e acabam só pensando em trabalho, outras se ofendem quando são repreendidas ou quando não compartilham do mesmo pensamento. Ai, pode dar confusão”, brinca.

Ela finaliza contando que é importante manter o diálogo e criar acordos entre os envolvidos. "Temos uma rotina de almoçar juntas todo domingo e nosso acordo é não falar de trabalho. Só mesmo curtir o dia de descanso e a família".

COVID-19: Ambev vai doar mais de 1,4 milhão de litros de água potável para ajudar comunidades e hospitais públicos

Mais de 240 mil pessoas devem ser beneficiadas pela iniciativa da marca de água mineral AMA

A Ambev vai doar mais de 1,4 milhão de litros de água potável para 140 comunidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A quantidade equivale a 700 mil garrafas de 2 litros e é suficiente para ajudar cerca de 240 mil pessoas, que vivem em regiões periféricas com estrutura precária de saneamento e acesso à água potável. Além disso, em São Paulo, 18 hospitais das redes de saúde pública municipal e estadual também receberão garrafas. A iniciativa é da marca AMA da Ambev, água mineral cujo lucro já é 100% destinado a levar água para quem não tem.

“Como uma das maiores empresas do País, sabemos que é nossa responsabilidade ajudar. Neste momento, muitas pessoas encontram grandes dificuldades para ter acesso a água, por conta do isolamento que estamos passando, além dos efeitos econômicos que a pandemia de COVID-19 tem na sociedade. Por ser um recurso tão importante, vimos que precisávamos agir de alguma forma”, afirma Carla Crippa, VP de Relações com a Sociedade da Ambev no Brasil.

A Ambev vai envasar a água de seu próprio processo produtivo, o que é uma novidade para a cervejaria, que até então não envasava a substância dentro de suas fábricas. Mas, como 90% de qualquer cerveja é água, a matéria-prima está disponível e vai ser bem aproveitada agora para combater a epidemia.

A distribuição será em parceria com organizações como a CUFA (Central Única das Favelas), uma instituição de reconhecimento nacional e internacional que ajudou a identificar comunidades para receber as doações de água.

“É de grande valia que uma empresa do tamanho da Ambev esteja olhando para a favelas, neste momento de tensão. E levando o bem mais essencial a quem está precisando, no período atual. São atitudes como essa que vão contribuir para que o mundo saia mais forte e mais unido desta grave crise que estamos passando”, disse Celso Athayde, fundador da CUFA e coordenador geral dos programas “CUFA Contra o Vírus” e “Mães da Favela”.

A água que vai ser doada agora será envasada em garrafas de 2 litros – que são as mais recomendadas para situações como esta, de emergência. A água começa a ser distribuída a partir de 09/5.

“AMA nasceu com o propósito de levar água para as pessoas porque sabemos que muitos brasileiros, ainda hoje, vivem sem acesso a esse recurso. Agora, a água se faz ainda mais necessária, em meio à epidemia de COVID-19, por isso AMA se mobilizou”, afirma Carla.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

RJ: Secretaria de Estado de Saúde inicia pesquisa sobre imunidade da população para coronavírus

Assintomáticos poderão ser testados para verificar produção de anticorpos do vírus. Foto: Maurício Bazilio/SES
Para acompanhar a evolução da imunidade para Covid-19 da população do Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Saúde iniciou nesta quinta (30) uma pesquisa de amostragem em pessoas assintomáticas. Pacientes atendidos em unidades estaduais da Região Metropolitana sem apresentar sinais da doença poderão participar do estudo. A partir de uma amostra sanguínea, será possível, por testes rápidos, verificar a presença de anticorpos de fase aguda (IgM) ou de memória (IgG) de proteção contra o coronavírus, desenvolvidos em resposta a uma infecção prévia pelo vírus. Em todo o mundo, estima-se que a maior parte de contaminados por coronavírus não apresente sintomas.

No total, a pesquisa testará 1.800 pessoas e será feita a partir de amostras de sangue colhidas normalmente durante a internação ou através de sangue da ponta de dedo, por punção digital. O resultado positivo para IgG indicará que o paciente já teve Covid-19, mesmo que tenha sido assintomático, e possivelmente está protegido contra ela. Já se apenas o teste para IgM for positivo, o paciente não é considerado imunizado e é possível que ainda haja vírus no organismo no momento da coleta do material.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, as conclusões da pesquisa nortearão a elaboração de políticas públicas de saúde mais eficientes para o combate do coronavírus.

“Os assintomáticos da Covid-19 são uma realidade difícil de dimensionar, mas fundamentais para traçarmos um perfil epidemiológico do Rio de Janeiro para a doença. Os indicadores também vão reforçar nossa recomendação de isolamento social. Pessoas saudáveis em áreas epidêmicas podem estar infectadas e contaminando outras, mesmo sem saberem. Num segundo momento, vamos correlacionar a prevalência do vírus no estado com fatores demográficos e socioeconômicos para direcionar estratégias personalizadas para cada região”, diz.

A coleta de amostras para a pesquisa será realizada entre os dias 30 de abril e 15 de maio. Mediante autorização, serão testados os pacientes sem sinais ou sintomas de Covid-19 que derem entrada em unidades da rede estadual na Região Metropolitana. Os pacientes receberão o resultado dos exames rápidos ainda durante o atendimento.

domingo, 19 de abril de 2020

SES fala sobre cuidados que gestantes precisam ter durante coronavírus

Ministério da Saúde incluiu grávidas no grupo de risco. Foto: Maurício Bazilio / SES
A Secretaria de Estado de Saúde (SES), seguindo orientação do Ministério da Saúde, incluiu as gestantes ao grupo considerado mais suscetível aos efeitos da Covid-19. Por isso, as grávidas devem intensificar os cuidados da prevenção da doença. Além delas, as puérperas, ou seja, mulheres que deram à luz há até 42 dias, também passam a ser classificadas como um risco maior.

Antes da nova recomendação, feita há poucos dias, apenas gestações de alto risco eram consideradas condições clínicas preocupantes para o desenvolvimento de complicações e casos graves do coronavírus. De acordo com o novo protocolo, as gestantes que apresentarem síndrome gripal deverão comunicar à Atenção Primária à Saúde a condição. Se possível, procedimentos, consultas e exames de rotina deverão ser adiados em 14 dias, de modo que não haja prejuízo para o acompanhamento do pré-natal. Caso a gestante apresente sinais de gravidade, como cansaço ou dificuldade para respirar, as gestantes e puérperas deverão procurar imediatamente um serviço de urgência.

Para o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, os cuidados com gestantes e puérperas devem ser rigorosos e contínuos, independente do histórico clínico das pacientes. “Redobrar a atenção com os critérios de higienização e isolamento domiciliar serão determinantes para uma gestação saudável e tranquila, além do acompanhamento médico” explica.

Já para gestantes assintomáticas ou sem síndrome gripal, a recomendação é que seja preservado o atendimento, com continuidade das ações de cuidado pré-natal, além de serem orientadas a manter medidas preventivas como ficar em isolamento domiciliar, evitar aglomerações, realizar as melhores práticas de higiene e manter contato com a unidade de Atenção Primária à Saúde quando houver necessidade.

Outra informação importante apresentada é de que ainda não há confirmação científica de que ocorra a transmissão vertical do novo coronavírus, isto é, aquela que acontece da mãe para o feto no útero ou recém-nascido durante o parto.

A SES destaca que o atendimento às gestantes segue normalmente nas maternidades dos hospitais estaduais Azevedo Lima, Adão Pereira Nunes, da Mãe, da Mulher, e dos Lagos. Caso a paciente chegue com sintomas da doença, ela é isolada e tratada até o parto. Não apresentando sinais de coronavírus, a unidade segue o fluxo já estabelecido para o atendimento à gestante.

Principais recomendações: Mulheres em resguardo devem restringir as visitas aos bebês para sua própria proteção e também para proteção do recém-nascido. Também é recomendável a higienização das mãos pela mãe antes e após os cuidados com o bebê.

Além disso, a SES reforça ainda as medidas de prevenção válidas para todos os grupos, como:

- Proteger nariz e boca ao espirrar ou tossir;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e copos;
- Lavar frequentemente as mãos, especialmente após espirrar ou tossir;
- Utilizar álcool em gel nas mãos;
- Evitar tocar o rosto.

sábado, 11 de abril de 2020

SES inicia estudos no Hemorio para uso de plasma de pacientes curados no tratamento de infectados por coronavírus


Técnica foi aplicada no Ebola e H1N1 e é mais uma estratégia no combate ao Covid-19. Foto: Maurício Bazillio

A Secretaria de Estado de Saúde inicia nesta semana, no Hemorio, uma série de estudos para utilização da técnica do plasma convalescente para tratamento de pessoas com quadro grave de Covid-19. O procedimento consiste em infundir o plasma - parte do sangue que contém anticorpos - colhido de pacientes curados para transfundir em infectados e com quadro grave. A mesma técnica já foi aplicada nas epidemias de ebola e H1N1 e surge como mais uma possível estratégia para o combate do coronavírus. Pacientes curados no estado do Rio serão convocados e avaliados como potenciais doadores do plasma.

O plasma convalescente não é novidade no Hemorio. Anteriormente, em parceria com a Fiocruz e a Universidade de Pittsburgh, nos EUA, o hemocentro já havia estudado a mesma técnica para o vírus da dengue, e bons resultados foram obtidos (em laboratório). 

Para o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, o tratamento dos pacientes é o principal foco, assim como o isolamento social. “É uma alternativa terapêutica promissora que poderá dar uma nova chance a muitas pessoas. Estamos empenhados em avançar nos estudos e, se os resultados vierem, será mais um meio de salvarmos vidas. Quanto menos pessoas infectadas ao mesmo tempo, menos mortes. Por isso, faço mais um alerta para as pessoas ficarem em casa”, diz.

Em contato constante com diversos serviços de sangue mundo afora, o Hemorio tem notícias de que países como França, Canadá, Israel e Espanha também estão se preparando para a utilização do plasma convalescente, como já é feito nos EUA. Na China, a publicação do balanço de um experimento com pacientes graves com Covid-19 indica bons resultados em uma parcela dos testados.

O diretor do Hemorio, Luiz Amorim, explica que cada plasma coletado pode fornecer tratamento para até três pessoas. O plasma doado pelos pacientes curados ficará na unidade e será distribuído mediante solicitação dos hospitais que tratam casos graves de Covid-19. “A expectativa é que haja melhora da evolução da doença e redução da mortalidade nos pacientes que recebam a terapia, além de os riscos serem praticamente zero. No entanto, só os resultados dos estudos determinarão se a abordagem é de fato eficaz”, disse ele.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Editora Mantra lança o grande livro do Ashtanga

Com Yoga Mala, obra escrita por um dos maiores iogues da nossa era, Sri K. Pattabhi Jois, o Grupo Edipro se consolida como referência em literatura da filosofia oriental

Com um catálogo de sucessos em vendas publicados sobre a filosofia oriental, a Editora Mantra, do Grupo Edipro apresenta “Yoga Mala”, considerado o mais importante e detalhado guia já elaborado sobre Ashtanga Yoga. Escrita por Sri K. Pattabhi Jois, responsável por trazer o Ashtanga para o Ocidente há mais de 20 anos e ser a força motriz da divulgação mundial da filosofia, a obra é um cuidadoso manual para o leitor desenvolver o fluxo energético do corpo.

Em “Yoga Mala”, Pattabhi Jois descreve os princípios éticos que estão por trás do Ashtanga Yoga. Além de explicar seus termos e conceitos, o leitor aprenderá com um dos maiores iogues da nossa era por meio das Saudações ao Sol e pela primeira série, composta de 42 asanas, a executar cada postura passo a passo e quais são os benefícios que cada uma proporciona. “Yoga Mala” também faz uma introdução à natureza atemporal da prática, com base no vinyasa, a coordenação entre respiração e movimento.

Esta edição apresenta textos introdutórios dos renomados R. Sharath Jois, neto e detentor de linhagem do Ashtanga Yoga; Eddie Stern, mestre de ioga, autor e palestrante nova-iorquino; e Dany Sá, professora autorizada pelo Instituto de Ashtanga Yoga Kpjayi, na Índia e o grande nome do Ashtanga Yoga no Brasil hoje.

 “Yoga Mala é, sem dúvida, a referência de todo o conhecimento transmitido por Pattabhi Jois. Ele descreve os oito passos da ioga, o Ashtanga Yoga, de maneira clara e objetiva, sempre com base nas escrituras antigas da Índia, como as Upanishads, os Yoga Sutras de Patanjali, o Hatha Yoga Pradipika, o Bhagavad Gita.” Dany Sá – professora autorizada pelo Instituto de Ashtanga Yoga Kpjayi, na Índia.

“Mala é um termo em sânscrito que significa guirlanda. [...] O mala que o Guruji oferece é de uma antiga tradição, sagrado como uma prece e perfumado como as flores. [...] Assim como o japamala adorna o pescoço, e o pushpamala adorna os deuses, essa guirlanda da ioga, quando praticada com diligência, adorna todo o nosso ser com paz, saúde, luz e, por fim, autoconhecimento.” Eddie Stern – mestre de ioga, autor e palestrante nova-iorquino, disseminador das técnicas e da filosofia do Ashtanga Yoga.

“Yoga Mala” é um conjunto impressionante de técnicas muito poderosas para a transformação e libertação espiritual do praticante.

Ficha técnica: Editora: Mantra / Assunto: Yoga / Preço: R$ 45 / ISBN: 9788568871218 / Edição: 1ª edição, 2019 / Altura: 23 / Largura: 16 / Profundidade: 1,2 / Número de páginas: 160

Sobre o autor: Sri K. Pattabhi Jois (1818-1883) foi filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário. Nascido na Prússia, relegou à História obras que contribuíram para as ciências sociais e econômicas, em especial relacionadas ao trabalho e ao modelo de produção capitalista. Estudou nas universidades de Bonn e de Berlim, logo começando uma carreira jornalística em publicações políticas radicais. Em Paris, conheceu Friedrich Engels, que se tornou um grande amigo e seu maior colaborador. Exilado, mudou-se com a família para Londres em 1849 e engajou-se em campanhas de promoção do socialismo, assumindo um papel central na Associação Internacional dos Trabalhadores.