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quarta-feira, 6 de agosto de 2025

5 dicas para controlar o colesterol alto

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol (8/8), especialistas alertam para o risco silencioso do colesterol alto, um dos principais fatores para doenças cardiovasculares, responsáveis pela maior causa de mortes no Brasil  


Cuidados com a alimentação diminuem o colesterol. Foto: Freepik
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As doenças cardiovasculares ocupam o primeiro lugar entre as causas de morte no Brasil, com mais de 350 mil óbitos por ano, segundo o Ministério da Saúde. O estudo Prevalência de colesterol total e frações alterados na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde, mostra que pela primeira vez no Brasil, a prevalência de níveis de colesterol total, LDL e HDL alterados e aponta que cerca de um terço dos adultos apresentam alterações do colesterol.A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como infarto e AVC, que lideram o ranking de mortes no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.  

Embora essencial para funções importantes do organismo, como a produção de hormônios e a estrutura das células, o colesterol em níveis elevados, especialmente o LDL, conhecido como "colesterol ruim", favorece o acúmulo de placas nas artérias. Esse processo estreita os vasos e aumenta a probabilidade de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). No Dia Nacional do Colesterol, celebrado em 8 de agosto, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce e de hábitos saudáveis para evitar complicações.  

Dados apresentados no estudo mostram que a prevalência de colesterol total maior ou igual a 200 mg/dL na população foi de 32,7%, e mais elevada em mulheres (35,1%). Já a prevalência de HDL alterado foi de 31,8%, sendo de 42,8% no sexo masculino e 22,0% no feminino. O LDL maior ou igual 130 mg/dL foi observado em 18,6%, com prevalência mais elevada em mulheres (19,9%). 

Outro estudo da Universidade Federal de Minas Gerais mostra que no Brasil 27% das crianças e adolescentes têm colesterol alto e cerca de 20%, 1 em cada 5, tem o LDL alto, também conhecido como “colesterol ruim”. 

Interesse crescente em colesterol aquece buscas pelo termo   

Dados da Doctoralia, maior plataforma de agendamento de consultas do mundo, revelam um crescimento expressivo na procura por informações relacionadas ao colesterol. Entre o segundo semestre de 2024 e os primeiros sete meses de 2025, a busca pelo termo duplicou, o que reflete um interesse cada vez maior da população no tema. 

Os termos mais buscados como “colesterol alto” e “hipercolesterolemia” também são os que geram maior volume de cliques em perfis médicos”, destaca Flávia Soccol, Head de Patient Care da Doctoralia. “Além disso, condições relacionadas, ainda que com menor volume de buscas como “fígado gorduroso”, “disbiose intestinal”, “obesidade” e “nódulo da glândula tireoide” despertam atenção e geram procura ativa por profissionais da área”. 

Esses dados reforçam não apenas a relevância do tema para a saúde da população, mas também a oportunidade estratégica para especialistas que desejam ampliar sua visibilidade e se conectar com pacientes que estão em busca de orientação e cuidados médicos.    

Na seção Pergunte ao Especialista, há cerca de 900 questões relacionadas ao colesterol, que em 2024 receberam 429.511 visualizações. Nos primeiros sete meses de 2024, foram mais de 289 mil visualizações, e no mesmo período em 2025, mais de 98 mil. As perguntas mais acessadas tratam, principalmente, de dúvidas sobre alimentação, medicamentos e tratamentos. Entre elas estão questões como quais alimentos excluir da dieta em caso de colesterol alto, o consumo de ovos para quem tem triglicérides e colesterol elevados, o consumo de arroz branco, interpretações de exames com alterações hepáticas associadas ao colesterol, e o tempo que medicamentos como a sinvastatina levam para reduzir o colesterol.    

Sobre esse aumento da busca por informação e o controle do colesterol, o cardiologista Mozar Suzigan, médico parceiro da Doctoralia, destaca que o controle do colesterol é um dos principais pilares da saúde cardiovascular e deve ser prioridade em todas as idades. “Pequenas mudanças de hábitos trazem benefícios duradouros”, destaca.  

 

Confira 5 dicas para controlar o colesterol    

  1. Adote uma alimentação saudável. Invista em frutas, verduras, legumes e grãos integrais. Reduza gorduras saturadas (frituras, carnes gordurosas, embutidos), evite também o consumo excessivo de açúcar e carboidratos refinados, e limite o consumo de ultraprocessados.   
  1. Pratique atividades físicas regularmente. O exercício ajuda a aumentar o HDL (“colesterol bom”) e controlar o peso.   
  1. Mantenha o peso adequado. O sobrepeso e a obesidade estão diretamente ligados ao aumento do colesterol.   
  1. Evite fumar e consumir álcool em excesso. O tabagismo e o álcool contribuem para alterações no perfil lipídico.   
  1. Realize exames periódicos. O acompanhamento médico e a avaliação regular do colesterol são essenciais para identificar alterações precocemente e prevenir doenças cardiovasculares.   

   
Fique atento aos sinais   

O colesterol alto raramente apresenta sintomas. Por isso, a melhor forma de prevenção é a orientação médica e os exames de rotina. "O controle do colesterol é um dos pilares da saúde cardiovascular e deve ser prioridade em todas as idades. Pequenas mudanças de hábitos trazem benefícios duradouros", ressalta o cardiologista.   

  
Novidades no tratamento do colesterol    

No Brasil, as novidades no tratamento do colesterol alto incluem duas classes promissoras de medicações injetáveis e orais. Entre as injetáveis, destaca-se o inclisirana, aprovado pela Anvisa, que age ao limitar a produção da proteína PCSK9 no fígado, responsável pela degradação dos receptores que removem o LDL ("colesterol ruim") da circulação sanguínea. “Todo adulto deve saber os seus valores de colesterol, apolipoproteina B e lipoproteína A e conhecendo os seus números, vai juntamente com o seu médico entender o quanto precisa controlar, e se é necessário reduzir esses valores, seja com remédios ou com mudanças no estilo de vida. O controle do colesterol sempre deve ser prioridade”, explica Dr. Mozar Suzigan.    

Além do inclisirana, os inibidores de pcsk9 já estão no mercado, e também são injetáveis e levam a grandes reduções no colesterol  

A chegada de um novo medicamento oral com a ação do ácido bempedoico, que age como um inibidor da ATP-citrato liase (enzima envolvida na produção de colesterol no fígado) também é uma aposta no tratamento. Essa nova classe de medicação representa uma opção para pacientes que não toleram as estatinas ou para complementar o tratamento, reduzindo o colesterol LDL com menor risco de efeitos colaterais musculares. “Essas medicações são indicadas principalmente para casos em que o paciente apresenta alta resistência ao tratamento convencional, é intolerante às estatinas e ezetimiba, ou mantém níveis elevados de colesterol apesar das terapias padrão”, afirma o cardiologista.   

As injeções, como o inclisirana e os inibidores de pcsk9, ainda são muito caras e, por isso, indicadas para perfis específicos de pacientes com necessidades clínicas graves. “Essas inovações podem mudar muito a maneira dos pacientes verem o tratamento e facilitar muito a adesão ao controle do colesterol, além de abrirem um novo capítulo no manejo da hipercolesterolemia no Brasil e no mundo”, finaliza o especialista.  


Exposição ao sol no inverno é fundamental para manter níveis adequados de vitamina D

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) destaca que baixos níveis de vitamina D, hormônio essencial ao bom funcionamento do organismo, mostram associação a formas mais agressivas de câncer de mama


É  importante suplementar a vitamina D, mas também é essencial pegar um sol. Foto: Reprodução da Internet 


A vitamina D é amplamente conhecida por seu papel na saúde óssea e na absorção de cálcio, mas também participa de diversas funções imunológicas e metabólicas. Pesquisas conduzidas pela Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu (SP), sob coordenação da professora Eliana Aguiar Petri Nahas, têm investigado a relação entre os níveis de vitamina D e o câncer de mama em mulheres na pós-menopausa. Os estudos revelaram que pacientes com câncer de mama apresentavam níveis basais de vitamina D significativamente mais baixos do que mulheres sem a doença. Além disso, foi observada uma correlação entre a deficiência desse hormônio e tumores de comportamento mais agressivo, assim como uma associação com melhores respostas à quimioterapia em casos com níveis adequados.

Por sermos um país tropical e ensolarado, imaginava-se que a população brasileira estivesse protegida contra a deficiência de vitamina D”, comenta o mastologista Eduardo Carvalho Pessoa, presidente da SBM – Regional São Paulo. “Entretanto, dados recentes mostram que a hipovitaminose D é bastante comum, especialmente entre mulheres na pós-menopausa.” Segundo diretrizes da U.S. Preventive Services Task Force, níveis abaixo de 20 ng/mL são considerados deficientes, enquanto valores acima de 30 ng/mL refletem uma melhor disponibilidade do hormônio no organismo.

Apesar da possibilidade de suplementação, os especialistas reforçam a importância de estratégias naturais e sustentáveis para a prevenção. “Mais relevante do que apenas suplementar vitamina D é adotar um estilo de vida mais saudável, com maior prática de atividades ao ar livre”, orienta Pessoa. A justificativa é clara: cerca de 80% da vitamina D é produzida pela pele quando exposta à radiação ultravioleta B (UVB) do sol. “Durante o inverno, tendemos a passar mais tempo em ambientes fechados e com iluminação artificial, o que reduz a produção natural da vitamina. Por isso, a exposição solar, ainda que breve e segura, deve ser mantida”, complementa.

Em resumo, níveis adequados de vitamina D parecem estar associados a um cenário mais favorável em relação ao câncer de mama: menor agressividade tumoral e melhor resposta ao tratamento. Essas evidências, destaca o presidente da SBM – Regional São Paulo, motivam a continuidade e o aprofundamento das pesquisas sobre o papel da vitamina D na prevenção e no manejo da doença.


terça-feira, 27 de maio de 2025

Nutricionista explica relação da nutrição com a TPM

Alterações de humor, inchaço, irritabilidade, dor de cabeça e fadiga são apenas alguns dos sintomas que muitas mulheres enfrentam durante a Tensão Pré-Menstrual (TPM)


Mais de 64% das mulheres enfrentam mudanças de humor e sintomas de ansiedade na TPM. Foto: Pixabay

Mais de 64% das mulheres enfrentam mudanças de humor e sintomas de ansiedade no período pré-menstrual, o que, segundo um estudo da UVA Health (EUA) publicado no Archives of Women’s Mental Health, configura um verdadeiro problema de saúde pública global. O que nem todas sabem é que a alimentação pode ser uma aliada poderosa para amenizar esses desconfortos e promover mais equilíbrio ao longo do ciclo. 

Segundo Carla Fiorillo, nutricionista e Coordenadora de Conteúdo do Professional HUB da Puravida, certos alimentos e nutrientes têm ação direta na regulação hormonal e no bem-estar físico e emocional. “A TPM é um reflexo do nosso estado nutricional e hormonal. Quando o organismo está em desequilíbrio, por carência de vitaminas, excesso de açúcar ou inflamação, os sintomas podem ser intensificados. Por isso, investir em uma alimentação rica em nutrientes estratégicos é essencial para aliviar os sintomas”, explica Carla. 

A Puravida explica como funciona o consumo de alguns alimentos que ajudam a aliviar os sintomas da TPM. "Vegetais verdes escuros (como espinafre e couve) são ricos em magnésio, que ajuda a reduzir cólicas e oscilações de humor. Outros alimentos como banana, aveia e cacau puro são ricos em triptofano e vitaminas do complexo B, que auxiliam na produção de serotonina, o hormônio do bem-estar", comenta a nutricionista. 

Evitar cafeína em excesso, açúcar refinado e alimentos ultraprocessados também é fundamental nesse período, pois esses itens tendem a aumentar a retenção de líquidos e desregular ainda mais os hormônios. Recomendo também a suplementação de ômega-3, que tem ação anti-inflamatória e pode ajudar a aliviar dores e inchaços”, alerta Carla. 

Confira os mitos e verdades sobre TPM e nutrição de acordo com a Puravida:  

“Chocolate ajuda na TPM” – Parcialmente verdadeiro. O cacau puro contém magnésio e triptofano, que podem ajudar no humor. Mas chocolates que apresentam excesso de açúcar e gordura hidrogenada, podem agravar os sintomas. 

“Beber mais água reduz o inchaço” – Verdade. A hidratação adequada ajuda o organismo a eliminar o excesso de sódio, aliviando o inchaço típico do período pré-menstrual. 

“TPM é só psicológico” – Mito. A TPM envolve oscilações hormonais reais, e a alimentação influencia diretamente como esses sintomas se manifestam. 

“Evitar lactose melhora a TPM” – Depende. Em algumas mulheres, o consumo de laticínios pode aumentar a inflamação ou o desconforto abdominal, mas não é uma regra universal. 

Além da alimentação, a suplementação com magnésio, vitamina B6 e ômega-3 pode complementar o cuidado com o corpo feminino durante a TPM. Além disso, compostos como o óleo de borragem pode ajudar a reduzir os sintomas físicos e emocionais desse período. A escolha de produtos com formulações limpas e baseados em evidências contribui para resultados consistentes e mais qualidade de vida, segundo a Puravida. 

Sobre a Puravida - A Puravida é uma empresa brasileira de produtos naturais, que nasceu com o propósito de facilitar um estilo de vida saudável e a prática do cuidado da saúde como um projeto de longo prazo. O portfólio da Puravida é composto por mais de 200 produtos obtidos de maneira sustentável, entre alimentos naturais, suplementos concentrados e nutrientes fundamentais para que qualquer pessoa, mesmo a mais ocupada, possa introduzir qualidade em sua nutrição, rituais diários e cuidados pessoais.  Para mais informações, acesse www.puravida.com.br


quarta-feira, 21 de maio de 2025

Como reforçar a imunidade antes da chegada do frio*

*Por Phillip Ji, co-CEO da Omix  


Vitamina C é destaque entre os nutrientes mais estudados. Foto: Pixabay


A chegada das estações mais frias costuma vir acompanhada de um aumento considerável nos casos de gripes, resfriados e infecções respiratórias. É nesse período de transição — quando o ar fica mais seco, as temperaturas caem e o convívio em ambientes fechados se intensifica — que nosso sistema imunológico é mais exigido. A boa notícia é que há maneiras acessíveis e eficazes de reforçar as defesas naturais do organismo, e a suplementação nutricional é uma delas.  

Entre os nutrientes mais estudados nesse contexto, a vitamina C ocupa lugar de destaque. O poder antioxidante ajuda a proteger as células contra danos causados por radicais livres e colabora na produção de glóbulos brancos, que são a linha de frente da defesa imunológica. A ingestão regular da vitamina, especialmente quando combinada com uma alimentação equilibrada, pode reduzir tanto a frequência quanto a intensidade das infecções virais.  

Outro nutriente importante é o zinco. Trata-se de um mineral com papel central na produção e na ativação de células imunológicas, como os linfócitos T. Estudos mostram que a deficiência de zinco está associada à maior suscetibilidade a infecções, e a reposição adequada pode significar uma imunidade mais estável e reativa, algo fundamental para atravessar o outono e o inverno com mais segurança.  

Não menos relevante é o uso de própolis, substância natural conhecida pelas propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias. Rico em compostos bioativos, atua como verdadeiro escudo contra agentes infecciosos e tem sido usado há séculos para esse fim. É uma opção interessante especialmente para quem busca alternativas mais naturais e com múltiplos benefícios.  

Alguns outros suplementos ganham espaço em estratégias preventivas por conta dos efeitos indiretos na imunidade. A vitamina D, por exemplo, participa da ativação de respostas imunes e é frequentemente encontrada em níveis abaixo do ideal durante os meses com menos exposição solar. A vitamina E, o selênio e o ômega-3 também integram esse grupo, contribuindo com ações antioxidantes e reguladoras da resposta inflamatória.  

Mais recentemente, compostos como a glutamina, que apoia a saúde intestinal — uma das principais barreiras contra infecções —, e complexos como o ZMA (mistura de zinco, magnésio e vitamina B6) têm sido explorados pelo equilíbrio imunometabólico.  

Naturalmente, nenhum suplemento substitui os pilares básicos da saúde: sono de qualidade, alimentação balanceada, atividade física e manejo do estresse. No entanto, quando bem indicados, podem oferecer um reforço bem-vindo, especialmente em períodos em que o corpo demanda mais proteção.  

Preparar o organismo para a mudança de estação é uma forma inteligente e proativa de cuidar da saúde. A imunidade não é algo que se fortalece da noite para o dia — ela se constrói com escolhas diárias. E escolher bem o que se consome, inclusive em forma de suplementos, é parte fundamental dessa construção.  

*Por Phillip Ji, co-CEO da Omix, empresa pioneira em fitoterápicos no Brasil, desde 1993. – E-mail: omix@nbpress.com.br   

Sobre a Omix 

A Omix é pioneira em fitoterápicos no Brasil, desde 1993. Fundada no Rio de Janeiro, a empresa tem foco em produtos nutracêuticos e suplementos alimentares para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Para mais informações, acesse: www.orientmix.com.br


quarta-feira, 30 de abril de 2025

Insônia na menopausa? Veja dicas eficazes para melhorar seu sono nessa fase

Especialista em menopausa Dra Giovanna Agostini conta como aliviar esse incômodo com hábitos saudáveis que promovem o bem-estar e a qualidade do sono


A suplementação pode ser uma aliada importante. Foto: Divulgação

A menopausa é um período de transição na vida da mulher, marcado por mudanças hormonais significativas. A queda nos níveis de estrogênio e progesterona pode impactar diretamente o ciclo do sono, causando insônia, despertares noturnos e dificuldade em atingir um repouso profundo. Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 60% das mulheres na menopausa sofrem com alterações na hora do descanso. No entanto, adotar alguns hábitos em sua rotina podem ajudar a minimizar esse incômodo e melhorar a qualidade do repouso.

A alimentação tem um papel crucial nesse processo. Alimentos ricos em triptofano, como banana, aveia, leite e nozes, auxiliam na produção de serotonina, um neurotransmissor essencial para a regulação do descanso noturno. "Evitar cafeína e alimentos ultraprocessados no final do dia também é essencial, pois podem dificultar o relaxamento do organismo", explica a nutricionista e chef de alimentação saudável, Dra. Giovanna Agostini, especialista em climatério e menopausa. 

A suplementação também pode ser uma aliada importante. "O magnésio e a melatonina são substâncias fundamentais para um descanso de qualidade. O magnésio ajuda a relaxar os músculos e reduzir a ansiedade, enquanto a melatonina regula o ciclo circadiano e favorece um repouso profundo", afirma a especialista.

Estabelecer uma rotina noturna também é essencial para preparar o corpo para o descanso. Criar um ambiente propício para dormir, com pouca luminosidade, temperatura agradável e redução do uso de telas antes de deitar, pode fazer toda a diferença. "A luz azul dos eletrônicos inibe a produção de melatonina, o hormônio responsável pelo ciclo do sono. Portanto, evitar telas pelo menos uma hora antes de dormir é uma medida eficaz", alerta a Dra. Giovanna. 

Outras alternativas que auxiliam no relaxamento incluem o consumo de chás calmantes após o jantar, como camomila, lavanda, melissa, valeriana e folha de maracujá. Além disso, utilizar óleo essencial de lavanda no quarto ou no travesseiro pode ajudar a induzir um descanso mais tranquilo e profundo.

A adoção da meditação e respiração profunda antes de dormir, ajudam muito a acalmar a mente e reduzir a ansiedade noturna. Além disso, manter um horário regular para ir deitar e acordar pode ajudar a reprogramar o ritmo biológico e melhorar a qualidade do repouso a longo prazo.

Se mesmo com essas mudanças a insônia persistir, é importante buscar orientação profissional. "Cada organismo reage de uma forma às mudanças da menopausa, e um acompanhamento especializado pode ajudar a encontrar soluções personalizadas para melhorar o descanso e o bem-estar", finaliza a Dra. Giovanna.


terça-feira, 15 de abril de 2025

Artigo: Vitamina B12: energia, foco e saúde

*Por Phillip Ji, Co-CEO da Omix  


Foto: Pixabay


Cansaço excessivo, dificuldade de concentração e baixa energia ao longo do dia podem ter relação com a deficiência de vitamina B12. Essencial para o funcionamento do organismo, o nutriente desempenha um papel fundamental na produção de energia, na saúde cerebral e na regulação do metabolismo. A falta pode levar a fadiga extrema, baixo rendimento cognitivo e até problemas neurológicos a longo prazo.  

Entenda melhor para que serve, os benefícios e onde encontrar a vitamina B12.  

Vantagens da vitamina B12  

  1. Garante mais energia e menos cansaço, combate a fadiga e melhora a disposição ao longo do dia 
  2. Auxilia na produção de glóbulos vermelhos, ajuda a prevenir a anemia e melhora a oxigenação do corpo
  3. Atua na saúde do sistema nervoso, contribui para a função cerebral e protege os neurônios
  4. Melhora o humor e reduz o estresse, auxiliando na produção de neurotransmissores essenciais

Memória, concentração e alta performance  

A vitamina B12 desempenha um papel essencial na memória, foco e desempenho mental. Estudantes, profissionais e qualquer pessoa que precise de clareza mental podem se beneficiar com o suplemento.  

O nutriente estimula a produção de neurotransmissores, melhorando a capacidade de aprendizado. Também reduz o cansaço mental, aumentando a clareza de pensamento. Previne declínios cognitivos, contribuindo para a saúde do cérebro a longo prazo, além de fornecer energia sustentada, essencial para produtividade e foco.  

Posso escolher a versão líquida?  

A vitamina B12 líquida é ideal para quem busca praticidade e eficácia. Sua absorção é mais rápida do que a de comprimidos convencionais, garantindo efeito mais imediato na energia e no desempenho cognitivo. Com apenas algumas gotas ao dia, é possível sentir a diferença na rotina.  

Alimentos ricos em vitamina B12   

Além das versões em cápsulas e líquida, a vitamina B12 pode ser encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como leite e derivados, carne vermelha, fígado, frango, peixes, frutos do mar e ovos.  

Já os alimentos de origem vegetal, como cereais matinais, leites vegetais e levedo de cerveja, apesar de não conterem naturalmente a vitamina B12, podem ser enriquecidos, se tornando opções interessantes para quem segue um estilo de alimentação vegetariana.  

No entanto, a absorção da vitamina B12 pode ser reduzida por diversos fatores, como idade e hábitos alimentares. Por isso, a suplementação é a forma mais segura e eficaz de garantir níveis ideais no organismo.  

*Phillip Ji, Co-CEO da Omix, empresa pioneira em fitoterápicos no Brasil, desde 1993. – E-mail: omix@nbpress.com.br   

Sobre a Omix  

A Omix é pioneira em fitoterápicos no Brasil, desde 1993. Fundada no Rio de Janeiro, a empresa tem foco em produtos nutracêuticos e suplementos alimentares para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Para mais informações, acesse: https://www.orientmix.com.br/