sábado, 14 de fevereiro de 2026

Aloe vera protege pele e cabelos no carnaval

Dermaticista explica que planta se destaca como aliada contra os danos do sol


Fonte: Freepik


Sol intenso, blocos nas ruas e longas horas de exposição durante o carnaval exigem cuidados redobrados com a pele e os cabelos. Nesse cenário, a aloe vera, popularmente conhecida como babosa, surge como uma solução completa, capaz de hidratar, regenerar e criar uma barreira protetora contra os efeitos nocivos da radiação solar.

A especialista em saúde e estética Patrícia Elias explica que a planta é rica em aminoácidos, vitaminas e compostos bioativos que oferecem ação calmante e anti-inflamatória, ajudando a prevenir irritações, queimaduras e ressecamento da pele, além de fortalecer os fios e proteger o couro cabeludo do calor excessivo.

“A babosa é cientificamente comprovada como uma proteção natural contra os danos causados pelo sol. Pode ser aplicada tanto na pele quanto diretamente na raiz do cabelo antes da exposição solar”, afirma Patrícia. 

Além de funcionar como um escudo natural durante a folia, também auxilia no controle da oleosidade, estimula o crescimento capilar e reduz a queda. Para quem pretende apostar em penteados presos para enfrentar as altas temperaturas, a recomendação é combinar a aplicação na raiz com um protetor térmico nos fios.

O protagonismo da aloe vera vai além do cuidado sazonal e acompanha uma mudança relevante no comportamento do consumidor brasileiro, cada vez mais interessado em fórmulas limpas, sustentáveis e eficazes. Esse movimento tem impulsionado o segmento de dermocosméticos veganos no país.

“Os compostos da planta estimulam a produção de colágeno e elastina, favorecendo a firmeza e a elasticidade da pele. Com base nesse potencial terapêutico, desenvolvi um gel de aloe vera 100% vegano e orgânico, indicado para todos os tipos de pele, inclusive as mais sensíveis”, explica Patrícia.

A dermaticista que reúne quase 8 milhões de inscritos em seu canal no YouTube explica que a fórmula é livre de parabenos, fragrâncias sintéticas e corantes, com rápida absorção e alta concentração de ativos naturais e que além da hidratação profunda, atua como calmante, regenerador e protetor contra danos causados por sol e poluição.

O produto também apresenta propriedades antimicrobianas e cicatrizantes, sendo indicado para auxiliar em casos de rosácea, vermelhidão, pequenas lesões e queimaduras leves, benefícios que reforçam sua aderência ao conceito de clean beauty, pautado pela transparência e pelo consumo consciente.

“Mais do que uma tendência passageira, a popularização da babosa simboliza uma nova fase do mercado de beleza, na qual tradição e ciência caminham juntas. Versátil e acessível, a planta se consolida como um verdadeiro coringa para quem deseja aproveitar o carnaval com proteção completa, da pele aos cabelos, sem abrir mão de escolhas mais responsáveis”, finaliza Elias.

Patrícia Elias é bacharel em Estética e Cosmetologia e pós-graduada em Dermaticista pela Faculdade IBECO. Especialista em tratamento de Melasma, hipercromias, flacidez cutânea e saúde da pele em geral. Site: https://patriciaelias.com.br/


6 dicas para a mulher na menopausa aproveitar o carnaval

Especialista explica como pequenas escolhas podem transformar a festa em uma experiência mais leve, segura e cheia de energia


Foto: Freepik


Se existe uma temporada capaz de misturar calor intenso, multidões e noites sem dormir, essa temporada atende pelo nome de carnaval. Para muitas mulheres na menopausa, a folia pode ser tão libertadora quanto desafiadora, mas a verdade é que dá, sim, para curtir cada bloco, cada dança e cada brinde sem transformar o fogacho no protagonista da festa.

A médica e pesquisadora Fabiane Berta, especialista em menopausa, explica que a queda do estrogênio altera o sistema de termorregulação do corpo, deixando o organismo mais sensível ao calor. Na prática, isso significa que aquele aumento repentino de temperatura pode surgir no meio da avenida, acompanhado de suor e vermelhidão. Quando o álcool entra na equação, um conhecido vasodilatador, ele amplia a sensação térmica e pode intensificar os fogachos.

“Existe um mito antigo de que aproveitar o carnaval significa exagerar, mas a nova lógica do bem-estar mostra justamente o contrário. Apreciar a festa com consciência permite dançar mais, rir mais e, o mais importante, acordar bem no dia seguinte. A mulher que entende o que acontece no próprio corpo não deixa de brindar, apenas aprende a brindar melhor”, diz Fabiane.

A especialista traz 6 dicas para curtir a folia com mais conforto.

  1. “Água é seu melhor glitter.”
    Intercale cada drink com um copo grande de água. A hidratação evita o efeito dominó do cansaço, da tontura e do mal-estar. 
  1. “Nunca beba em jejum.”
    Comer antes e durante a festa, priorizando carboidratos complexos e proteínas, desacelera a absorção do álcool e ajuda a manter a energia estável. 
  1. “Energético com álcool não é parceria, é armadilha.”
    A mistura pode mascarar sinais de excesso e aumentar a sobrecarga cardiovascular, um ponto de atenção importante na menopausa. 
  1. “Escute os sinais do seu corpo.”
    Se o fogacho aparecer logo após o primeiro gole, talvez seja o organismo pedindo uma mudança de ritmo. Respeitar esses alertas é uma forma inteligente de autocuidado. 
  1. “Atenção redobrada se você faz terapia hormonal.”
    O álcool pode interferir no metabolismo dos hormônios. Alinhar estratégias com sua médica antes do carnaval é uma decisão inteligente. 
  1. “Tenha bebidas não alcoólicas como aliadas.”
    Água de coco e outras opções refrescantes hidratam, repõem eletrólitos e ajudam o corpo a manter a temperatura sob controle.

No fim das contas, o melhor carnaval não é o mais intenso, é o mais memorável. Vale procurar sombra quando possível, escolher roupas leves e respeitar pausas sem culpa. Porque liberdade, hoje, também significa saber se cuidar’, finaliza a médica.

Sobre Fabiane Berta:
Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento. É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.


Como preparar o corpo para os dias intensos de Carnaval

 

Ortopedista dá dicas de preparo físico para aqueles que forem curtir os bloquinhos de rua



Blocos de rua - Foto: Fernando Maia | Riotur

O Carnaval é comparável a uma maratona, exigindo do corpo preparo físico para resistir ao calor e ao desgaste de pular por dias seguidos. Com isso, além de separar a fantasia, para aproveitar bem os dias de festas, a preparação para o feriado deve incluir também cuidados com o corpo.

O ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fernando Baldy dos Reis, reforça que o preparo deve começar com foco na resistência cardiorrespiratória e no fortalecimento, incluindo exercícios aeróbicos e fortalecimento do core (abdômen e lombar), além das pernas.

O preparo físico deve blindar o corpo contra as queixas mais comuns. O fortalecimento das panturrilhas, que funcionam como o ‘segundo coração’ e previnem inchaço, deve ser feito com elevações de calcanhar. Para combater a dor nas costas, por exemplo, exercícios de prancha fortalecem o core e mantêm a postura, assim como, agachamentos simples fortalecem o quadríceps, protegendo os joelhos do impacto da folia”, reforça o especialista.

Durante o Carnaval, o ortopedista recomenda manter o foco no conforto e optar por calçados como tênis já amaciados e meias de algodão para evitar bolhas e lesões, além de roupas leves de tecidos que respirem para combater o superaquecimento. Vale ressaltar também que com altas temperaturas, a alimentação mais leve e hidratação são importantes para a saúde.

O calçado ideal para a festa é o tênis de corrida ou caminhada (running), que oferece o amortecimento necessário para absorver o impacto de horas de pulo, protegendo joelhos e coluna. A estabilidade desses modelos também é necessária para evitar torções em pisos irregulares”, comenta Baldy.

Além disso, o ortopedista ainda ressalta que calçados como rasteirinhas, chinelos e tênis de sola reta devem ser evitados por conta do risco de lesões, falta de amortecimento e dores lombares. “Outra dica para o feriado é evitar a hiperextensão dos joelhos e alternar o peso entre as pernas para dar descanso à musculatura. É importante também usar cremes antiatrito que previnem assaduras, comuns pelo suor e movimento”, explica o médico.

O que fazer depois de aproveitar o dia?

Ao chegar em casa, o protocolo de recuperação é necessário para poder aproveitar o dia seguinte. Uma das recomendações para relaxar o corpo é deitar com as pernas elevadas por 15 a 20 minutos para aliviar possíveis inchaços. 

Se houver dor, aplique gelo nas articulações (tornozelo/joelho) e tome banho morno para relaxar a musculatura tensa. Massagear a planta do pé com uma bolinha de tênis também alivia a dor causada pela fáscia plantar”, recomenda Baldy. 

O ortopedista também indica três movimentos com foco em preparar o corpo de quem curtiu a festa no dia anterior e vai aproveitar a festa mais uma vez.

1. O "Abraço Salva-Lombar" 

Como fazer: Ainda na cama ou num tapete no chão, deite-se de barriga para cima. Dobre os joelhos e abrace-os contra o peito. Mantenha a posição por 20 a 30 segundos. Se quiser, balance lentamente o corpo para a esquerda e para a direita, como se estivesse massageando as costas no chão. “Esse movimento abre os espaços entre as vértebras da lombar, que ficaram comprimidas depois de horas em pé”, explica.

2. O "Empurra Parede" 

Como fazer: Fique em pé de frente para uma parede e apoie as mãos nela. Coloque uma perna à frente (joelho flexionado) e estique a outra perna lá atrás, tentando não tirar o calcanhar do chão. 

Empurre a parede como se quisesse movê-la de lugar. Você vai sentir "puxar" a batata da perna de trás. Segure 30 segundos cada perna. “A panturrilha é o músculo que mais sofre impacto. Alongá-la de manhã evita que ela trave no meio do bloco”, reforça o médico.

3. O "Boneco de Pano" 

Como fazer: Fique em pé e afaste os pés na largura do quadril. Dobre levemente os joelhos (não deixe eles travados esticados). Vá descendo o tronco devagar em direção ao chão, começando pela cabeça, enrolando a coluna. Deixe os braços soltos, pendurados, pesados. 

Não tente encostar a mão no chão à força. Apenas deixe a gravidade puxar seu tronco para baixo. Relaxe o pescoço (faça um movimento de "não" com a cabeça para garantir que está solto). Fique ali por 30 segundos e suba desenrolando devagar, vértebra por vértebra (a cabeça é a última a subir). Esse movimento serve para descomprimir a coluna e aliviar a tensão nos ombros e pescoço.

O foco dos exercícios é lombar, panturrilha e sola dos pés. Faça os movimentos assim que levantar da cama ou após um banho morno, que ajuda a soltar os músculos. Não se deve fazer movimentos bruscos, pois o corpo ainda está frio. Um bom exercício para os pés antes de calçar o tênis é sentar-se e girar os tornozelos dez vezes para cada lado, pois isso lubrifica a articulação antes de começar a carga de impacto”, conclui o ortopedista.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Instituto Gabi celebra 25 anos de inclusão da pessoa com deficiência e autismo

Projeto social foi criado pelos pais da Gabriele que tiveram sua filha arrancada do seu convívio por um motorista irresponsável, com apenas seis anos



“Gabriele, menina linda, desde pequenina impressionava pela ternura e amor ao próximo. A todos encantava com seu sorriso. Dizia que ‘Quem ajuda as pessoas é feliz’, revelando, assim a bondade de seu coração.

Na tarde de quatro de fevereiro de 2001, num domingo, caminhava com seu pai pelas ruas de Santo Amaro, em São Paulo. Iam ao mercado. Gabriele viu um morador em situação de rua e pediu ao pai que lhe desse um auxílio. Combinou que iriam comprar um alimento e entregar. Naquele momento, a pequena Gabriele foi arrancada dos braços do seu pai por um motorista que não respeitou o sinal vermelho. Morreu num gesto de amor. Deus a levou para o céu, onde será sempre feliz.

Seu pai, Francisco Sogari, professor universitário de jornalismo, e sua mãe Iracema Barreto Sogari, pedagoga especializada em educação especial, enfrentaram o sofrimento da perda da filha com muita fé em Deus e resolveram, em nome de Gabriele, dedicar a vida a fazer ainda mais bem ao próximo”. (Artigo Gestos de Amor de Dom Luciano Mendes de Almeida, Presidente da CNBB, uma das vozes mais atuantes na Igreja do Brasil e na defesa dos direitos humanos, publicado na Folha de São Paulo em 08/09/2001).

O propósito que move o Instituto Gabi ao longo deste quarto de século é a garantia de direitos da pessoa com deficiência e autismo. “Para nós estes direitos não são concessão ou mendicância, mas uma questão de justiça”, afirma Francisco Sogari, Cofundador e assessor de comunicação.

Ao longo destes 25 anos, centenas de pessoas com deficiência foram atendidas, suas famílias orientadas e encaminhadas. “Nossos atendidos tiveram uma substancial melhoria na qualidade de vida e seus direitos assegurados. Um dos jovens participou da última edição dos jogos paraolímpicos.” Conclui.

O Instituto Gabi é um espaço de acolhida e cuidados terapêuticos. “Oferecemos atendimentos individualizados e atividades em grupo numa abordagem interdisciplinar oferecida por uma equipe de profissionais preparados”, ressalta Iracema Barreto Sogari, Cofundadora e coordenadora de atendimento.

O processo de inclusão do Instituto Gabi busca integrar o público atendido nos diferentes espaços da sociedade, visando a autonomia e independência. “Inserimos e acompanhamos estas pessoas nas escolas, favorecendo o êxito na jornada educacional. Da mesma forma incluímos jovens e adultos no mundo do trabalho para que tenham a realização profissional e um complemento de renda”, finaliza.

O resultado deste trabalho é reconhecido pelos pais e registrado pela equipe da ONG. “Antes de frequentar o Instituto Gabi, meu filho Lucas era um jovem tímido, com dificuldade de interação. Hoje ele participa de tudo, interage, é até difícil segurá-lo”, afirma Sandra Aquino, mãe. “Há outros locais que atendem como o Gabi, mas com tanto amor e carinho, não tem. Ele recebe cuidado e acima de tudo amor”, conclui.

Hoje o Instituto Gabi atende 52 pessoas com deficiência e autismo, de forma gratuita. “Nos mantemos com doações, através da contribuição financeira, bazar, nota fiscal paulista e eventos.” Afirma Ilson Barreto Silva, Diretor Administrativo.

O aumento de recursos possibilita ampliar os atendimentos. “Temos uma longa fila de espera. É triste receber famílias e ter que informar que não há vaga, mas é a realidade de todos os dias”.

 

Serviço:

Instituto Gabi

Rua Palacete das Águias, 753 – Vila Alexandria – São Paulo – SP

www.institutogabi.org.br – (11) 5031-1765


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Livro dá voz às crianças e convida adultos a romperem o ciclo do silêncio

Obra reúne relatos reais e propõe a escuta genuína como caminho para vínculos mais seguros, conscientes e afetivos



O que as crianças sempre quiseram dizer e os adultos nunca tiveram coragem de ouvir? Essa é a pergunta que motivou a publicação do livro Me escuta? Porque toda criança merece ser escutada (inclusive a que vive em você), assinado pela educadora parental Thelma Nascimento, a Tradutora de Crianças. O lançamento da editora Mentor Autor convida pais, mães, cuidadores e educadores a silenciarem por um instante para que possam ouvir de verdade. 

Construída a partir de entrevistas reais com crianças e adolescentes de 4 a 18 anos, a obra foge dos formatos tradicionais de manuais de parentalidade. Sem fórmulas prontas e sem o peso da busca por uma educação perfeita, Thelma entrega algo mais profundo: as vozes das crianças, com suas dores, desejos, frustrações e necessidades, muitas vezes ignoradas, minimizadas ou silenciadas no cotidiano adulto.  

“Eles falam que vão ouvir, mas quando começo, já estão no celular”, “Parece que só escutam se a gente grita” e “Quando eu faço coisa errada, queria um abraço e uma explicação” são algumas das queixas comuns dos pequenos. Essas e outras falas ajudam os leitores a perceber que escutar é mais do que apenas ouvir palavras, significa estar presente, acolher emoções, observar silêncios e compreender comportamentos como pedidos legítimos de ajuda e não como afronta, birra ou drama. 

Estruturado em três partes, “As vozes das crianças”, “A virada” e “A construção”, a novidade conduz os adultos por uma jornada de impacto, reflexão e transformação. Primeiro, mergulha nas verdades cruas do universo infantil: a solidão do erro, o medo de decepcionar, a dor de não ser levado a sério, a necessidade de autonomia e pertencimento. Em seguida, vira o espelho para quem já tem mais idade, mostrando como o comportamento das crianças muitas vezes reflete feridas emocionais não curadas dos próprios pais. 

A obra sustenta que a dificuldade de escutar, na maioria das vezes, nasce da própria história emocional do adulto e de uma infância em que também não houve espaço para sentir, errar ou falar. Assim, ao escutar um filho, os pais e responsáveis também se encontram com sua criança interior, abrindo a possibilidade de cura e de ruptura de ciclos geracionais de silêncio, medo e repressão emocional. 

Com base em princípios da neurociência, do desenvolvimento infantil e do apego seguro, Thelma propõe uma mudança profunda de perspectiva. Ela defende que castigo não educa, medo não ensina e grito não constrói vínculo. Em vez disso, a escuta genuína e a validação emocional são apresentadas como pilares para o desenvolvimento de crianças emocionalmente seguras. Isso não significa, segundo a autora, a ausência de limites, mas sim o abandono de práticas que afastam, silenciam e ensinam a esconder o que se sente. 

Me escuta? oferece ainda ferramentas práticas para transformar reflexão em ação com desafios de escuta ativa, sugestões de linguagem mais empática, mapas de segurança emocional, listas de frases a evitar e caminhos para substituir a culpa por responsabilidade afetiva. A mensagem é clara: ninguém precisa ser uma mãe, um pai ou um educador perfeito, mas toda criança precisa de um adulto disposto a reparar, pedir desculpas, aprender e estar presente. 

Ficha técnica 

Título: Me escuta? - Porque toda criança merece ser escutada, inclusive a que vive em você 
Autoria: Thelma Nascimento 
Editora: Mentor Autor 
ISBN: 978-6599603839 
Páginas: 140 
Preço: R$ 19,90 (e-Book) / R$ 69,00 (físico)
Onde encontrarAmazon (e-Book) / Com a autora (físico) 

Sobre a autora 

Thelma Nascimento é formada em Ciências Biológicas e da Saúde e em Assistência Social, com especializações em Saúde Mental, Neurociência e Saúde Integrativa do Sono Infantil. É Educadora Parental com foco em apego seguro, Educadora Perinatal certificada pela GentleBirth e mãe de dois meninos. Sua trajetória profissional e pessoal se entrelaça na investigação constante da infância e das relações familiares. 

Redes sociais da autora 

Hemorio lança campanha “CarnaHemorio: Folia que salva” e convoca população a doar sangue no Carnaval

Iniciativa busca reforçar os estoques durante um dos períodos mais críticos do ano


Foto: Prefeitura do Rio

Nos dias 9 e 12 de fevereiro, o Hemorio lança a campanha ‘’CarnaHemorio – Folia que salva’’ com o objetivo de incentivar a doação de sangue antes, durante e após o carnaval, um dos períodos mais desafiadores para a manutenção dos estoques. Além de conscientizar, a campanha também busca estimular doações constantes para reforçar a importância de manter os estoques de sangue em níveis seguros durante todo o ano.

O período carnavalesco representa um grande desafio para o hemocentro devido à histórica queda nas doações, que pode chegar a 30%, ao mesmo tempo em que a demanda por sangue aumenta, especialmente nos atendimentos de emergência. Para manter os estoques em nível regular, o Hemorio precisa coletar entre 350 e 400 bolsas de sangue por dia. Atualmente, o estoque do hemocentro abastece mais de 100 unidades públicas de saúde em todo o estado, incluindo os principais hospitais de emergência, unidades da rede federal e a própria instituição, que atende pacientes com doenças hematológicas como anemia falciforme, hemofilia e leucemia.

Manter os estoques cheios é uma necessidade permanente, não apenas em datas específicas. Campanhas como essa são fundamentais para sensibilizar a população e garantir que possamos atender todos que precisam. Cada doação pode salvar várias vidas”, destaca o diretor do Hemorio, Luiz Amorim.

A campanha tem como embaixadora Mileide Mihaile, atual rainha de bateria da Unidos da Tijuca, uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro. Mileide assume com entusiasmo o papel de embaixadora da ação, e sua presença amplia o alcance da iniciativa junto ao público.

Ações presenciais

No dia 9 de fevereiro, das 11h às 12h, o salão de doadores do Hemorio receberá uma ativação especial com a presença da embaixadora da campanha acompanhada pela bateria da Unidos da Tijuca. A ação contará com cerca de dez integrantes, incluindo oito ritmistas, um casal de passistas e um casal de mestre-sala e porta-bandeira, levando o clima do samba para dentro do espaço de doação.

Já no dia 12 de fevereiro, conhecido como Dia da Folia, o Hemorio será palco de um dia inteiro de celebração, com blocos de rua cariocas animando o salão de doadores. O bloco Balanço Zona Sul está confirmado das 10h às 12h.

Durante o período de Carnaval, o Hemorio funcionará normalmente, todos os dias da semana, inclusive feriados, das 7h às 18h, para receber doadores.

Quem pode doar

Quem deseja doar precisa ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar em boas condições de saúde e apresentar documento oficial com foto. Menores de 18 anos devem estar acompanhados de responsável legal e portar autorização disponível no site hemorio.rj.gov.br

Não é necessário jejum, apenas evitar alimentos gordurosos quatro horas antes da coleta e não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores. Gestantes, lactantes e pessoas que fazem uso de drogas não estão aptos à doação.

Mais informações estão disponíveis nas redes sociais do Hemorio (@hemorio) ou pelo Disque-Sangue: 0800 282 0708, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, exceto feriados.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Shoppings no Rio oferecem sessões CineMaterna para mães, pais e bebês

Os filmes exibidos nas sessões CineMaterna são escolhidos pelas famílias cadastradas no site, por meio de votação em enquetes






O CineMaterna, organização sem fins lucrativos instituída por mães, conta com o apoio de shoppings da cidade do Rio para promover sessões de cinema especialmente adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses.

Confira os locais, datas e horários das próximas sessões e programe-se:
  • Kinoplex Shopping Leblon exibe o filme “A Empregada” no dia 27/01, às 14h00. Oferece 10 cortesias.
  • Kinoplex Via Parque exibe o filme “O Agente Secreto” no dia 27/01, às 14h00. Oferece 5 cortesias.
  • Cinesystem Bangu Shopping exibe o filme “A Empregada” no dia 28/01, às 14h00. Oferece 10 cortesias.
  • Kinoplex Madureira Shopping exibe o filme “A Empregada” no dia 28/01, às 14h00. Oferece 10 cortesias.
Crianças acima de 18 meses e acompanhantes também são bem-vindos. Recomenda-se verificar previamente se a classificação indicativa do filme é adequada para a faixa etária.

Diferenciais das sessões CineMaterna:
  • Trocadores dentro da sala de cinema, equipados com fraldas, lenços umedecidos e itens de higiene;
  • Estacionamento exclusivo para carrinhos de bebê;
  • Sala com ar-condicionado em temperatura mais suave;
  • Volume do som reduzido durante a exibição;
  • Ambiente levemente iluminado, permitindo circulação segura durante a sessão;
  • Tapete em EVA com brinquedos para bebês que já sentam ou engatinham;
  • Presença de voluntárias CineMaterna, que organizam a sessão e acolhem as famílias com cuidado e carinho.
Ao final de cada sessão, as voluntárias convidam as famílias para um bate-papo descontraído em um espaço próximo ao cinema, fortalecendo vínculos e trocas de experiências.

Participar do CineMaterna vai muito além de assistir a um filme. É integrar uma verdadeira rede de apoio entre famílias que vivenciam as transformações da parentalidade. O encontro com outras mães, pais e cuidadores proporciona momentos de acolhimento, troca e desabafo, trazendo leveza para essa fase emocionalmente intensa.

Cortesias: Alguns shoppings parceiros do CineMaterna oferecem cortesia para as primeiras famílias com bebês de até 18 meses. A cortesia é cedida para uso da mãe, pai ou responsável e limitada a uma (01) unidade por bebê. Bebês de até 2 anos participam gratuitamente.

Após o término dos ingressos cortesia, demais famílias e acompanhantes poderão ser adquiridos diretamente na bilheteria ou nos totens de autoatendimento do cinema (valores seguem as políticas dos cinemas).

O público ajuda a escolher a programação. Os filmes exibidos nas sessões CineMaterna são escolhidos pelas famílias cadastradas no site, por meio de votação em enquetes, que são disponibilizadas de quinta-feira a domingo. O resultado é divulgado na quinta-feira anterior à sessão, permitindo que todos se organizem para participar.

Clique aqui e cadastre-se agora mesmo

Sobre o CineMaterna

Associação CineMaterna é uma organização sem fins lucrativos, criada por mães e pioneira no Brasil na realização de sessões de cinema adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses.

Fundada em agosto de 2008, na cidade de São Paulo, a iniciativa surgiu a partir de uma necessidade real das próprias mães, dando origem a um programa inovador: sessões de cinema com filmes voltados majoritariamente ao público adulto, em salas totalmente adaptadas para acolher bebês e suas famílias.
Atualmente, o CineMaterna está presente em cinemas de 47 cidades, em 16 estados brasileiros. Em seus 17 anos de atuação, já proporcionou momentos de lazer e acolhimento a mais de 255 mil famílias, em mais de 12 mil sessões realizadas.

Patrocinadores

O CineMaterna conta com o patrocínio da Nestlé Materna, marca referência em suplementos alimentares multivitamínicos para gestantes e mães, que apoia mulheres em diferentes fases da maternidade com informação, cuidado e produtos desenvolvidos com embasamento científico. A parceria reforça o compromisso do CineMaterna em oferecer acolhimento e suporte às famílias desde os primeiros momentos da parentalidade.
Mais informações em: https://materna.nestlefamilynes.com.br/produtos/materna

A iniciativa também é patrocinada pela Fraldas Turma da Mônica Baby, marca que acompanha os primeiros anos da infância e oferece produtos que garantem conforto, cuidado e segurança, além de personagens que são sinônimo de afeto e estão conectados à memória afetiva das famílias. O apoio fortalece a missão do CineMaterna de criar experiências acolhedoras e positivas para bebês e suas famílias, durante esss etapa tão importante no desenvolvimento infantil
Conheça mais em: https://fraldasturmadamonicababy.com.br/