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quarta-feira, 23 de abril de 2025

12 dicas para fazer seu negócio crescer no Instagram

Com acesso privilegiado às tendências da Meta, Rafael Terra ensina como transformar presença digital em resultados reais


Foto: Divulgação

O especialista em marketing digital e autor do livro Instagram Marketing (DVS Editora), Rafael Terra acaba de ser escolhido como Creator Parceiro da Meta no Brasil – reconhecimento dado a apenas 7 pessoas em todo o país.

Agora, ele recebe em primeira mão as tendências, testes e estratégias que vão moldar o futuro das redes sociais.

Após participação em evento exclusivo, o especialista em marketing digital compartilha 12 dicas práticas para quem deseja crescer com consistência e estratégia:

  1. Use o Explorar para pesquisas

O que aparece lá já foi aprovado pelo público e pelo algoritmo. Use como termômetro e adapte os melhores formatos e ideias para o seu nicho.

  1. Reels ainda são os reis do alcance

Mas precisam ser curtos (até 30 segundos) e o principal: os 3 primeiros segundos devem prender a atenção com algo visual ou falado impactante.

  1. Faça postagens no feed

Os stories são legais, mas quem te faz crescer na plataforma está no feed. Priorize ao menos uma publicação de feed por dia nos seus melhores horários (veja nos Insights do Instagram quais são).

  1. O feed não precisa ser lindo, precisa ser relevante

Ninguém olha o perfil inteiro, mas sim o que aparece no feed deles. Posts “bonitinhos demais” parecem publicidade e têm menos alcance.

Seja direto, útil e real.

  1. Faça carrosséis, especialmente em formato tutorial

Conteúdo educativo gera muitos salvamentos e isso turbina o alcance. Pense: “o que meu cliente precisa saber hoje?” e ensine de forma prática.

  1. O sucesso do post começa dentro da empresa

O algoritmo valoriza engajamento nos primeiros minutos. Se nem sua equipe curte e comenta, não adianta esperar que os outros façam. Engaje “em casa” primeiro.

  1. Aprenda a anunciar — principalmente com foco em WhatsApp

Instagram + WhatsApp = combo de conversão.

Use anúncios para que o cliente veja o post e clique direto para falar no Whats. Assim, você gera vendas e ainda fica com o lead para novos contatos.

  1. Use sempre os novos recursos da plataforma

O Instagram recompensa quem experimenta o que é novo.

Um dos melhores recursos atuais: Reels de teste (Trial Reels), onde você pode testar conteúdos para pessoas que ainda não te seguem.

  1. Pesquisa de mercado não saiu de moda

Teste formatos, temas e abordagens. Quando algo der certo, transforme em série temática. O algoritmo adora consistência e padrão de sucesso.

  1. Pode editar vídeos fora do Instagram, sim

Só evite marcas d’água, principalmente do TikTok.

Em abril, o Instagram vai lançar o “Edits”, seu próprio app de edição de vídeos, facilitando ainda mais esse processo.

  1. DMs são ouro, comece a trabalhar com isso

Faça conteúdos que levem para a DM: stories com CTA, ou automações no feed via comentários.

Ferramenta recomendada: Manychat para automatizar esse fluxo e escalar conversas.

  1. Um bom story por dia tem mais poder do que 10 irrelevantes

O Instagram prioriza qualidade, não quantidade. Teste: poste apenas um story bem estratégico por dia e acompanhe os resultados.

Sobre o autor

Rafael Terra é pioneiro na intersecção entre marketing digital e bem-estar digital no Brasil, reconhecido por sua abordagem inovadora ao explorar como a vida online pode ser otimizada para promover oportunidades e saúde mental. Com 20 anos no Mercado Digital, já realizou consultorias e gestão de projetos digitais para + de 600 grandes marcas nacionais e internacionais, incluindo Mercado Livre, Coca-Cola, Petronas, Bradesco, Braskem, Unimed, Redbull, Intelbras, STIHL, Sicredi, Santander Cultural entre outras. É presença confirmada como palestrante nos principais eventos de marketing e inovação do país, com + de 500 palestras em 18 Estados. Incluindo 2x no palco do RD Summit, o maior evento de Marketing e Vendas da América Latina. Atua como professor de MBA de Marketing Digital e Redes Sociais nas principais instituições de ensino do Brasil, incluindo USP, ESPM e PUC. Entre cursos online e presenciais, já teve mais de 50.000 mil alunos satisfeitos. Também é autor dos livros “Instagram Marketing”, “Autoridade Digital” e “Copywriting”. Todos estão nas listas dos mais vendidos na categoria Marketing Digital da Amazon no Brasil.

Redes sociais do autor

Sobre a DVS Editora

Fundada em 2001, a DVS Editora se consolidou como referência no mercado editorial ligado à carreira, inovação e negócios, oferecendo conteúdo diferenciado sobre orientação pessoal e profissional. Ao longo dos anos, lançou dois novos selos: Abajour Books, literatura para o público adulto; e Catatau Livros Infantis, voltada ao público mirim. A editora segue com o objetivo de publicar e promover conteúdo criativo e inovador em busca do crescimento pessoal e profissional.

Redes sociais da editora

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Venda de dados de íris para IA: riscos e desafios para a segurança corporativa

Com 500 mil brasileiros escaneando a íris, especialistas alertam para riscos de vazamentos e fraudes de identidade


Foto: Divulgação


Recentemente, viralizou nas redes sociais a polêmica em torno da venda de dados biométricos pessoais, como a íris, para empresas de Inteligência Artificial (IA). No Brasil, projetos como o Worldcoin, que ofereciam criptomoedas em troca do escaneamento da íris, atraíram cerca de 500 mil pessoas, especialmente em regiões periféricas, antes de serem interrompidos pelo governo. 

A iniciativa, que ganhou destaque por sua proposta inovadora, levantou questões urgentes sobre os riscos da comercialização de dados tão sensíveis e as implicações para a segurança corporativa e a privacidade dos indivíduos.

A coleta e o armazenamento de dados biométricos, como a íris, representam um desafio crítico para a segurança das empresas. Diferentemente de senhas ou tokens, dados biométricos são imutáveis – uma vez comprometidos, não podem ser alterados. Isso os torna um alvo valioso para cibercriminosos, que podem explorar vulnerabilidades em sistemas de armazenamento e processamento de dados. Um vazamento dessas informações pode resultar em fraudes, roubo de identidade e até mesmo em ataques diretos a infraestruturas críticas.

Para Evandro Ribeiro, Head de Segurança da Informação do Grupo Avivatec,uma empresa de soluções e projetos de tecnologia, a coleta de dados biométricos, como a íris, traz desafios complexos para a segurança digital. "A íris é uma informação única e impossível de ser alterada, o que a torna extremamente valiosa para cibercriminosos. Empresas que armazenam esses dados precisam adotar protocolos avançados de cibersegurança, como criptografia de ponta a ponta e sistemas de monitoramento contínuo, para evitar vazamentos que podem resultar em fraudes de identidade ou acessos não autorizados a sistemas críticos", comenta.

Além das preocupações com a segurança dos dados biométricos, é essencial discutir como inovação e privacidade podem coexistir. A biometria tem transformado a autenticação digital, tornando-a mais rápida e eficiente, mas também levanta questionamentos sobre o controle do usuário sobre seus próprios dados. Modelos descentralizados de armazenamento e o uso de inteligência artificial para detectar acessos suspeitos são algumas das alternativas que equilibram proteção e conveniência. Para garantir que essas tecnologias sejam adotadas de forma ética, as empresas precisam investir não apenas em segurança cibernética, mas também em transparência e governança de dados.

Para Vinicius Gallafrio, CEO da MadeinWeb, empresa provedora de TI e especialista em inteligência artificial, a tecnologia precisa ser aliada da segurança sem prejudicar a experiência do usuário. “A autenticação biométrica já é uma realidade, mas seu futuro depende de como as empresas vão garantir que esses dados sejam utilizados de forma ética e segura. A implementação de inteligência artificial para detectar fraudes em tempo real e modelos de “zero trust” para limitar acessos não autorizados são estratégias que reforçam essa segurança sem criar barreiras para o usuário. O desafio não é apenas proteger os dados, mas garantir que a inovação aconteça de forma responsável e acessível.”, comenta.

Além disso, a comercialização desses dados biométricos sem regulamentação clara e transparente aumenta o risco de violações de privacidade. A coleta e venda desses dados sem o devido consentimento informado pode acarretar em sérias consequências legais, além de afetar a segurança digital de um grande número de pessoas, especialmente as vulneráveis ou de regiões periféricas.

Portanto, é fundamental que empresas e órgãos reguladores adotem medidas rigorosas para garantir que os dados biométricos sejam tratados de forma ética, segura e transparente, protegendo a privacidade dos indivíduos e evitando riscos à segurança digital, sem comprometer a confiança do consumidor.


terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Grátis: Jovens cariocas podem aprender programação no sistema Linux do zero

Curso conta com 30 horas de aprendizado prático e teórico sobre o sistema operacional e de infraestrutura de TI


São 10 mil bolsas gratuitas para capacitar novos talentos em tecnologia. Foto: Divulgação

O Santander Open Academy, em parceria com a DIO, plataforma gratuita de educação e empregabilidade tech, lançam o curso Linux para Iniciantes, com 10 mil bolsas gratuitas para capacitar novos talentos em tecnologia. A experiência educacional irá formar profissionais no uso de um dos sistemas operacionais mais utilizados no mercado, com um bootcamp de 30 horas de aprendizado, prático e teórico, em Linux e infraestrutura de TI. Os interessados devem se inscrever até 16 de fevereiro deste ano pela plataforma Santander Open Academy.

O bootcamp oferece uma grade completa com conceitos fundamentais de Linux; manipulação de arquivos e gerenciamento de usuários; scripts e automação; e criação de servidores web e utilização do Docker, ferramenta que facilita o desenvolvimento, implantação e execução de aplicações. “A inciativa do Santander Universidades vai capacitar entusiastas de um dos sistemas operacionais mais usados no mundo da programação, fomentando o aprendizado, a inclusão e o desenvolvimento de talentos alinhados às demandas de um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo” diz Marcio Giannico, senior head de Governos, Instituições, Universidades e Universia do Santander no Brasil. 

O curso inclui quatro desafios de projetos em tempo real, mentorias e lives ao vivo com especialistas da DIO, que irão abordar a importância de aprender Linux para a carreira e os principais comandos que todo profissional de tecnologia deveria conhecer. Ao final de cada módulo, os participantes recebem uma certificação que pode ser usada como horas complementares.  

As inscrições podem ser feitas até 16 de fevereiro deste ano clicando neste link: Santander Open Academy. Não é necessário ser cliente do Banco e ter experiência prévia em programação para participar.