Pular para o conteúdo principal

Musicoterapia desenvolve talentos e habilidades em crianças autistas

Os benefícios da musicoterapia em crianças autistas são os mais diversos e nas primeiras sessões é possível notar a evolução dos pacientes


Pixabay

Em todo o mundo, os episódios de autismo vêm aumentando, cerca de uma pessoa a cada 68, possui o recentemente denominado Transtorno do Espectro do Autismo que compreende diversas síndromes caracterizadas por perturbações do sistema neurológico. Diagnosticado, normalmente, até os três anos de vida, esse distúrbio compromete as habilidades de comunicação e interação social. Estudos realizados em vários países demonstram que a musicoterapia, auxilia o desenvolvimento de talentos e habilidades entre esses indivíduos e pode ser um importante agente de mudança.

Pixabay
A musicoterapia é um tratamento no qual os pacientes são submetidos a experiências musicais de forma terapêutica através de atividades de audição, performance, composição e improvisação musicais, tais exercícios são determinados de acordo com o histórico de cada pessoa, suas preferências e habilidades que precisam ser desenvolvidas. A música é um artifício, benfeitor a todas as crianças, mas para as autistas os benefícios podem ser ainda maiores. 

Os benefícios da música em crianças autistas são os mais diversos, porém os principais são: facilidade de comunicação, aumento de criatividade, redução de movimentos estereotipados, capacidade de interação social e satisfação emocional. Os resultados são alcançados a longo prazo, mas nas primeiras sessões é possível notar evolução dos pacientes. O importante desse tratamento não é o avanço musical, mas sim o crescimento pessoal.

Pixabay
A musicoterapia abre um leque de possibilidades, as crianças conhecem um novo mundo através da música, aprende notas musicais, sons diferentes, novos instrumentos musicais como órgão eletrônico, flauta, violoncelo, entre outros, se desenvolvendo a ponto de querer praticar a música em casa, neste ponto comprar um instrumento aumentará sua autoestima. De acordo com César Augusto Santiago, proprietário da Jubi , um órgão eletrônico , por exemplo, pode ser de grande ajuda para crianças maiores e até adultos autistas, pois tem a capacidade de melhorar o equilíbrio, a coordenação motora e a autoconfiança, um passo a mais em busca da qualidade de vida.

Fonte: Go Biz


Postagens mais visitadas deste blog

RJ: Reame busca padrinhos afetivos para jovens preteridos da adoção

Instituição garante que referência familiar para convívio e autonomia social é algo fundamental e transformador

Situado em São Gonçalo e parceiro da nacionalmente reconhecida ONG Quintal de Ana, o Reame procura por padrinhos afetivos (presenciais, para aconselhamento e tutoria) a menores órfãos ou privados pela Justiça do convívio com a própria família. Ao alcance da maioria dos filantropos e dos bem intencionados, o programa propõe aos padrinhos doar tutoria e afeto a uma criança ou adolescente com menor probabilidade de adoção (acima de oito anos de idade) ou mesmo de reinserção em sua família verdadeira - dando-lhe, assim, referência familiar e autonomia social. Mais do que apoio financeiro, buscam-se altruístas que doem  presença e carinho.
"Quanto mais velho menor a procura por adoção. E se a reinserção familiar não é possível, o apadrinhamento afetivo torna-se o elo do tutelado com a sociedade. Trabalhamos na criança sua expectativa e ansiedade quanto a ter uma família, ir…

Norton: 5 dicas para que as crianças joguem Pokémon Go em segurança

Jogo é febre mundial e foi lançado ontem no País, conheça os perigos reais aos pequenos

Pokémon Go foi lançado no Brasil após muita espera de seus fãs, pessoas de todas as idades que estavam ansiosas para capturar seus próprios “monstrinhos de bolso”. O jogo utiliza a realidade aumentada e a localização geográfica (GPS) para transportar a pessoa para o universo do desenho, usando o mundo real. O objetivo do jogador é caminhar para encontrar os Pokémons e outros itens. Apesar de muito divertido, o jogo oferece perigos virtuais e reais, principalmente para as crianças. 
Veja abaixo 5 dicas que o engenheiro de segurança da Norton, Nelson Barbosa, listou para os pais orientarem seus filhos:
1. Cuidado com estranhos. O jogo envolve interação com outros jogadores na vida real, em áreas chamadas de ginásios e Pokéstops. Neste locais ocorrem as batalhas entre Pokémons e a compra dos itens, respectivamente. Os criminosos podem se aproveitar disso para roubar as vítimas. Por isto, caso não possa…

Coluna Inclusiva: Nanismo dentre as Leis de conscientização e ação

Por Gisele Rocha*


A comunidade da pessoa com nanismo no Rio de Janeiro, teve um encontro de gratidão. A presidente da Associação de Nanismo do Estado, Kenia Maria Rio se encontrou com a Deputada Daniele Guerreiro, em seu gabinete, que elaborou o Projeto de Lei, que institui o Dia Estadual do Nanismo. Em meio às emoções, a presidente agradeceu pela sensibilidade e dedicação da parlamentar, ao instituir a lei.
No Brasil são cerca de 400 tipos de nanismo e não existem planos de ação para combater o preconceito, nem para dar mais qualidade de vida a essas pessoas. Com o decreto 5.296, o nanismo é considerado deficiência no país, desde 2004, e considerados “anão ou anã” o individuo com até 1,45 metros.
A garantia dos direitos da pessoa com nanismo está assegurada por lei, mas quanto à conscientização de fato, já é outra história, na prática não funciona. As leis que estão sendo sancionadas pelo Brasil a fora serve para o combate ao preconceito, ao bullyng nas escolas, a ridicularização na …