sábado, 19 de agosto de 2017

Grátis: Shopping Jardim Guadalupe, no RJ, promove consultas de reabilitação e fisioterapia

Atividades gratuitas fazem parte do projeto “Rio Mova-se”. Foto: Divulgação

Rio de Janeiro, RJ. O projeto “Rio Mova-se”, que oferece atividades gratuitas de reabilitação e fisioterapia, mediante inscrição, está de volta ao Shopping Jardim Guadalupe. Criado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, o “Rio Mova-se” funciona de segunda a sexta, das 11h às 21h. Para se inscrever, é necessário ser maior de 12 anos, levar documento de identificação, foto 3x4 e comprovante de residência. A frequência da fisioterapia depende da gravidade do problema de saúde do paciente.

Serviço: Rio Mova-se. Shopping Jardim Guadalupe. Av. Brasil, 22.155 - Guadalupe, Rio de Janeiro. De segunda a sexta, das 11h às 21h. Documentos necessários: Identidade, foto 3x4 e comprovante de residência. Grátis. Informações: (21) 3512-9100.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Médico lança e-book gratuito que desmistifica o TDAH

O neuropediatra do Instituto NeuroSaber Dr. Clay Brites é o autor do e-book “Mitos e Verdades sobre o TDAH - Entendendo para incluir”. A obra esclarece dúvidas sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). O livro pode ser baixado gratuitamente pelo link http://entendendoautismo.com.br/e-book-mitos-e-verdades-sobre-o-tdah/ .

Para o especialista, há muitas informações deturpadas e preconceituosas propagadas pelo senso comum sobre o assunto. Por exemplo, algumas pessoas falam que o transtorno é uma doença inventada. Porém, o TDAH é uma das condições médicas mais pesquisadas e posta à prova de evidências científicas. “Seus mecanismos neurobiológicos são conhecidos desde a década de 50”.

Segundo Brites, outro erro discutido no e-book é sobre o conceito equivocado das pessoas em afirmar que TDAH é igual a hiperatividade. E não é verdade. “De 30 a 40% das crianças com TDAH só apresentam déficit de atenção, mas não são impulsivas nem hiperativas”.

Dr. Clay Brites. Foto: Divulgação
Mais um equívoco muito falado é que o transtorno se trata de um problema de cunho social e culpa dos pais e educadores. Pelo contrário, o especialista explica que o TDAH não é resultado de má educação, falta de limites, perda de oportunidades, abandono afetivo nem lares desajustados. “Existem pesquisas recentes que mostram que a incidência de TDAH é mais ou menos igual em todo o planeta independente da cultura e nível social”.

"Alguns podem não saber, mas crianças inteligentes e espertas, e ainda de boas famílias, quando portadoras de TDAH tem seu potencial intelectual e funcional no ambiente muito mais reduzido e prejudicado. E isso não é culpa dos pais nem de professores", ressalta.

Outro erro esclarecido no e-book é o fato das pessoas acreditarem que todos os profissionais da saúde sabem identificar o transtorno. Segundo o neuropediatra, a capacidade de diagnosticar requer conhecimento profundo sobre todos os aspectos do TDAH, como, por exemplo, saber analisar o quadro clínico, o perfil do portador, os aspectos neuropsicológicos e entender os protocolos internacionais para o diagnóstico e tratamento.

"Nossas faculdades de Medicina estão ainda em fase de implementação curricular acerca desse transtorno e muitas residências médicas ainda carecem de abordar o assunto sem muita teoria e muita pouca prática", alerta.

Por isso, Dr. Clay diz que é fundamental os pais e profissionais da educação pesquisarem bastante sobre o assunto para poder ajudar essas crianças. “Caso familiares e professores não se fiquem atentos ao problema, esse jovem pode ter grandes prejuízos e frustrações na aprendizagem escolar”.

Sobre o Dr. Clay Brites: Um dos idealizadores da Neuro Saber, Dr. Clay Brites é pesquisador e doutorando do Laboratório de Dificuldades e Distúrbios da Aprendizagem e Transtornos de Atenção (Disapre), da UNICAMP. Além disso, é professor de especialização em Neuropsicologia Aplicada à Neurologia Infantil na Unicamp e membro do Departamento de Neurologia da Sociedade Paranaense de Pediatria.
  
Ficha técnica:
Título: “E-book Mitos e Verdades sobre o TDAH - Entendendo para incluir”
Autor: Dr. Clay Brites - Neuropediatra
Publicação: 2017
Formato: PDF
Preço: gratuito





segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Grátis: Cabo Frio recebe exposição de pedras preciosas e semipreciosas (De 14 até 26/08)



Cabo Frio, RJ. Entre os dias 14 e 26 de agosto os apaixonados por gemas de valor terão a oportunidade de visitar, no Espaço Cultural Cereall Gourmet, a mostra de pedras preciosas e semipreciosas brasileiras do acervo pessoal do gemólogo Jorge Guedes Veiga, de Nova Friburgo/RJ. A visitação gratuita acontece de segunda a sábado, das 9h às 19h. O Espaço fica na Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio.

Jorge visitou e trabalhou em vários garimpos e, inclusive, doou pedras preciosas para 18 países. Ele exibirá quase 2 mil quilos de gemas, entre ametistas, topázios, esmeraldas, sodalitas, cristais; além de pássaros e bichos feitos em pedras. Além de admiradas, as peças expostas poderão ser adquiridas.

A geologia é a ciência que estuda as matérias que compões a crosta terrestre. Já a gemologia é uma especialidade da geologia que estuda as substâncias naturais denominadas gemas ou pedras preciosas, em seu estado bruto. Para que elas sejam consagradas como material gemológico, é preciso que apresentem simultaneamente beleza, raridade e durabilidade. São a matéria prima para as joias e objetos de adorno.

No Brasil há mais de 100 tipos de gemas de cores e valores distintos; todas têm, em comum, o poder de encantar as pessoas, como: diamante, rubi, esmeralda, água marinha, turmalina, jade, opala, safira, turquesa e ametista, entre outras mais. No entanto, o conceito de “preciosidade’ se refere à raridade da pedra, à sua pureza e aos modismos que consagram uma pedra aumentando o seu valor comercial. Para se ter uma ideia desse mercado, o setor de gemas coloridas movimenta cerca de US$ 10 bilhões por ano.

Confirme sua presença: www.facebook.com/events/1315523531891732/

Serviço: Exposição de pedras preciosas e semi-preciosas. Espaço Cultural Cereall Gourmet. Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio / RJ. De segunda a sábado, das 9h às 19h. Entre os dias 14 e 26 de agosto. Entrada franca. Contato: 22 2629-6739. 

Exercício da moda: subir escadas ganha adeptos e vira febre nas grandes metrópoles

Conheça os prós e contras dessa nova prática esportiva

Os escadões de São Paulo, e em outras grandes cidades do mundo, viraram ponto de encontro dos atletas dessa nova modalidade que, no Brasil, já tem até uma musa: a apresentadora Sabrina Sato. A da "subida de escadas" é um tipo de exercício que trabalha principalmente os músculos das pernas e glúteos. É uma atividade que exige grande esforço e 30 minutos de subida de escada equivalem a uma hora de musculação. Os treinos podem ser feitos em locais diferentes garantindo variação de intensidade e extensão.

Foto: Pixabay
Mas o ortopedista Mauricio Marteleto aponta alguns cuidados que devem ser tomados pelos "atletas de escada". O esforço extra de subir degrau por degrau pode ter consequências sérias e causar lesões musculares nas pernas, tendões e ossos. “Para o esportista amador ou para aquele que está iniciando na modalidade, o ideal é ter o acompanhamento de um preparador físico profissional para ter a orientação adequada e diminuir os riscos de lesão”, orienta o ortopedista.

Segundo o Dr. Marteleto, a primeira preocupação deve ser com o calçado que deve ter o solado adequado para absorver o impacto das pisadas e prevenir lesões. Os tênis próprios para esse tipo de exercício favorecem o amortecimento dos movimentos nos tornozelos e joelhos diminuindo os riscos. O médico ressalta que todos os calçados têm vida útil e com o tempo se desgastam e perdem a eficácia. “No caso daqueles que treinam todos os dias o período de uso do tênis é de dois a três meses. Não mais do que isso, pois o tênis desgastado pelo uso perde a capacidade de absorver o impacto e pode causar lesões”, explica.

Foto: Pixabay
O especialista alerta ainda que se durante a prática do exercício, a pessoa sentir algum desconforto nos membros inferiores deve logo procurar ajuda médica. Nos casos em que o paciente relata dor durante a caminhada, o ortopedista além de exames específicos de imagem para avaliar as causas do problema, leva em consideração também como é a marcha do paciente, para acompanhar o movimento do pé no contato com o solo, e analisa até o desgaste na sola do calçado para identificar possíveis alterações no caminhar.

A pisada correta gasta mais a porção lateral do calçado e se agente observa desgastes na porção interna da sola, por exemplo, é um indicativo de pés planos (problema ortopédico que se caracteriza pela diminuição do arco e o toque da planta do pé por inteiro no chão). Outras vezes, alterações na pisada podem sinalizar problemas no quadril e na coluna. Se não tratar a causa, a lesão pode se tornar mais séria”, pontua o especialista.

Foto: Divulgação
Sobre o Dr. Maurício Marteleto: É médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - SBOT. Há mais de 10 anos atua na área de cirurgia da coluna vertebral, sendo membro efetivo da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), Sociedade Brasileira de Patologia da Coluna Vertebral (SBPCV) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna Vertebral.

Fonte: Age Imagem

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

RJ: Cabo Frio sedia Encontro Mensal do Grupo de Crescimento Pessoal e Constelação Familiar (09/08)


Cabo Frio, RJ. Nesta quarta-feira, 9 de agosto, às 18h30, o Espaço Cereall Gourmet sediará o encontro mensal do Grupo de Crescimento Pessoal e Constelação Familiar. É uma oportunidade para aprender a identificar, conscientemente, a dinâmica oculta presente nas dificuldades pessoais, na vida financeira e profissional, nos relacionamentos interpessoais ou nas doenças.

Este processo de autoconhecimento utiliza conceitos da Constelação Familiar e princípios da Física Quântica para criar a possibilidade de resolver conflitos a partir de escolhas mais conscientes, quando o crescimento e o aperfeiçoamento pessoal ocorrem naturalmente. O evento contará com a facilitadora Maria Auxiliadora, hipnoterapeuta Ericksoniana e pós-graduada em Saúde Quântica.


O Espaço Cerealll Gourmet fica na Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio. Investimento: R$ 25 por pessoa. Informações e inscrições: (22) 98832-1960 (whatsapp).

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Grátis: Pátio Alcântara recebe 2ª edição da ‘Feira no Pátio’, em São Gonçalo, RJ (09/08)

'Feira no Pátio' leva alimentos orgânicos pra São Gonçalo. Foto: Divulgação

São Gonçalo, RJ. Devido ao grande sucesso da 1ª edição, a ‘Feira no Pátio’ do Pátio Alcântara entrará para o calendário fixo de eventos do Shopping e será realizada toda 2ª quarta-feira de cada mês. A edição de agosto será no dia 9, quarta-feira, das 10h às 19h, na área externa da Praça de Alimentação.

 Foto: Divulgação
A Feira é formada, principalmente, por produtores familiares que se dedicam ao cultivo e comercialização de alimentos orgânicos e/ou alimentos produzidos caseiramente sem conservantes. Serão oferecidas frutas, legumes, verduras, cosméticos botânicos, pães, mudas de temperos, flores e muito mais! O objetivo é proporcionar o acesso a estes produtos e conscientizar sobre como o consumo de orgânicos pode beneficiar a saúde e a natureza.

Durante a feira, a partir das 17h, o Shopping promoverá a palestra ‘Alimentação Saudável: por onde começar? ’, ministrada por Luciene da Silva Araújo, Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Estadual do RJ, que irá discutir os determinantes das escolhas alimentares e suas consequências para a saúde.

Estamos muito contentes em proporcionar este contato entre os moradores de São Gonçalo com os alimentos orgânicos e saber que, como shopping, estamos contribuindo para uma sociedade mais sustentável e saudável”, ressalta Michelle Coutinho, coordenadora do Shopping Pátio Alcântara. 
   
Serviço: ‘2ª edição da Feira no Pátio’. Pátio Alcântara. Praça Carlos Gianelli, s/nº, Alcântara – São Gonçalo, RJ. Quarta-feira, dia 09 de agosto, das 10h às 19h. Entrada gratuitaInformações: (21) 3856-4086.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Doutores de Esperança recebem novos voluntários em Volta Redonda, na região Sul Fluminense

Os voluntários divertem pacientes em hospitais. Foto: Lívia Andrade

Volta Redonda, RJ.
O grupo de humanização hospitalar "Viver de Rir - Doutores de Esperança", projeto da ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais), promoveu na noite do último sábado uma cerimônia de formatura para os 100 voluntários da 6ª turma. O encontro aconteceu na Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Volta Redonda. O projeto, que começou com dois trios de voluntários, hoje reúne mais de 150 pessoas. 

Foto: Lívia Andrade
Treinos intensos, palestra sobre ética no voluntariado, capacitações diversas sobre conduta hospitalar e biosegurança, iniciação a palhaçaria, personagem, make up e figurino, visitas em hospitais e asilos. Para ser um voluntário do grupo, é preciso ter muita força de vontade e amor ao próximo, pois os trabalhos são realizados aos sábados e domingos. Os Doutores de Esperança já estão conhecidos na região Sul Fluminense por "especialistas em despertar sorrisos e emoções", além de colaborarem na recuperação dos pacientes.

O mais novo integrante da trupe, Bruno Alves Santana, contou que conheceu o grupo durante uma conversa informal com um amigo que era líder de uma igreja. “Eu achei aquilo tão fantástico, tão diferente. Isso fazia muita diferença na vida destas pessoas e tocou fundo no meu coração e eu parei para refletir no que estava fazendo e os planos para a família. Percebi que tenho condições de fazer algo a mais pelo meu próximo”, destacou.

Foto: Lívia Andrade
De acordo com o filantropo, essa experiência o deixou mais compreensivo, mais humano, sereno, leve e tem feito um bem tremendo. “Estamos muito felizes eu e minha esposa, pois já fizemos nossa primeira visita a um hospital e realmente o projeto atende a tudo aquilo que almejávamos em poder fazer o bem. Saímos muito transformados dali, nos doamos bastante e recebemos muito também. Este contato, o ambiente da humanização e as pessoas que atuam no projeto tem me feito crescer muito não apenas como clown, mas principalmente como pessoa. Agora estou participando de algumas oficinas para me capacitar a fazer mais e melhor cada vez mais para aquelas pessoas que tanto precisam”, ressaltou. 

Foto: Lívia Andrade
Ainda segundo Bruno, o objetivo é conseguir enxergar a alma da pessoa através dos olhos e levá-la nem que seja por um momento daquela realidade para que ela se sinta bem e sinta prazer por estar viva. "E isso consequentemente vai nos trazer prazer e felicidade recíproca em conseguir fazer este bem a elas. Hoje eu estou muito feliz neste projeto e pretendo trazê-lo também para Resende e assim espalhar essa mania de fazer o bem ao próximo”, finaliza Bruno. 

Os integrantes do grupo atuam de forma voluntária vestidos de palhaços, visitando hospitais e asilos, oferecendo momentos de descontração, além de tentar gerar melhores condições àqueles que, por algum motivo, estão inseridos naquela realidade de enfermidade.  O grupo também arrecada doações de alimentos que são entregues às famílias carentes cadastradas no projeto. No mês passado o projeto arrecadou uma tonelada e meia de alimentos. As ações acontecem em algumas cidades como Pinheiral, Volta Redonda e Barra Mansa.

Informações:  www.doutoresdeesperanca.com.br

Fonte: Lívia Andrade, assessora de imprensa.